Um dos assuntos mais discutidos em toda temporada de Fórmula 1 é o futuro dos pilotos: alguns chegam ao fim de seus contratos, outros renovam por pouco tempo e há ainda quem aposte em vínculos longos. Afinal, quem estará no grid em 2026 e além, de acordo com a situação atual dos contratos?
McLaren
- Oscar Piastri — contrato até pelo menos o fim de 2027, com opções para extensão.
- Lando Norris — vínculo até 2026, também com cláusulas de saída.
Ferrari
- Charles Leclerc — acordo plurianual assinado em 2024, sem prazo exato divulgado.
- Lewis Hamilton — contrato de três anos, válido até 2027.
Red Bull
- Max Verstappen — contrato até 2028, apesar das especulações sobre cláusulas de saída.
- Yuki Tsunoda — até o fim de 2025, ainda lutando para garantir renovação.
Mercedes
- George Russell — vínculo até 2025, com expectativa de renovação.
- Kimi Antonelli — contrato inicial até 2025, com chance de extensão para 2026.
Aston Martin
- Fernando Alonso — garantido até 2026 pelo acordo plurianual assinado em 2024.
- Lance Stroll — também até 2026, assegurado enquanto o pai, Lawrence, seguir no comando.
Alpine
- Pierre Gasly — contrato até 2026.
- Franco Colapinto — vínculo corrida a corrida em 2025, futuro indefinido.
Haas
- Esteban Ocon — contrato plurianual iniciado em 2025.
- Ollie Bearman — acordo plurianual após estreia impressionante pela Ferrari em 2024.
Racing Bulls
- Isack Hadjar — contrato até 2025, com futuro ligado à decisão da Red Bull.
- Liam Lawson — também até 2025, buscando nova chance de se firmar.
Williams
- Alex Albon — renovado em 2024, garantido até pelo menos 2027.
- Carlos Sainz — assinado até 2026, após saída da Ferrari.
Sauber/Audi
- Nico Hulkenberg — acordo plurianual que pode levá-lo até a fase da Audi em 2026.
- Gabriel Bortoleto — contrato até pelo menos 2026 com a equipe suíça, futura Audi.
Cadillac (estreia em 2026)
- Ainda sem pilotos confirmados, mas nomes como Valtteri Bottas e Sergio Pérez aparecem como fortes candidatos.
A Fórmula 1 é uma verdadeira montanha-russa: ter contrato assinado para o ano seguinte não significa garantia de permanência. Desempenho abaixo do esperado, erros dentro e fora da pista e até questões de patrocínio podem ser decisivos para definir o futuro de um piloto em sua equipe.