Após a segunda semana de testes da pré-temporada no Bahrein, George Russell, piloto da Mercedes, apontou os principais pontos do W17 que precisam de atenção. Apesar do novo carro ter demonstrado potencial e velocidade em alguns momentos, a equipe deixa Shakir com otimismo para a temporada.
A equipe enfrentou problemas técnicos durante os testes, incluindo uma paralisação do carro de Kimi Antonelli devido a falhas pneumáticas. Isso reduziu o tempo de pista e prejudicou o desenvolvimento. Para Russell, cada interrupção “custa caro” à equipe em termos de acúmulo de dados e ajustes finos.
Russell também destacou as largadas como uma área crítica. Ele admitiu que suas saídas até agora foram problemáticas e enfatizou que, mesmo com um carro competitivo, uma largada ruim pode comprometer toda uma corrida. Ele comparou sua performance em arrancadas com a de seu ex-companheiro de equipe, Lewis Hamilton, que em simulações chegou a ganhar várias posições em poucas curvas. A Mercedes quer entender e melhorar esse aspecto antes da prova de abertura.
Apesar desses pontos, há aspectos positivos no W17. Russell reconheceu a evolução do motor e da sensação geral do carro em relação ao passado, refletindo o esforço contínuo dos engenheiros em ajustar a nova unidade motriz e resolver as questões que surgiram.
Com rivais como a Red Bull demonstrando impressionante implantação de energia e ritmo consistente nos testes, a Mercedes espera continuar fechando a lacuna nas próximas semanas de trabalho, especialmente em confiabilidade e consistência de performance. A equipe agora se volta para as sessões livres e as três horas de prática em Melbourne como a próxima oportunidade de refinar o W17 antes do início oficial da temporada.