A FIA voltou atrás e não irá promover Valentino Rossi à graduação ouro em 2027, como inicialmente divulgado no começo do mês; o piloto permanece com a graduação prata. Isso não é necessariamente ruim para o italiano, já que a licença prata permite maior flexibilidade na escolha de seus companheiros de equipe em algumas categorias, como no WEC, apesar de não existir possibilidade neste momento de o piloto retornar ao Mundial de Endurance. Na classe Pro do GTWC Europa, onde competiu em 2026 e deve seguir em 2027 com a BMW, a graduação é livre.
As graduações de pilotos da FIA são divididas em Platina, Ouro, Prata e Bronze, sendo esta última reservada para competidores amadores. Desde que deixou as motos e iniciou sua trajetória no automobilismo de longa duração, Rossi ostenta a graduação prata. Foi justamente essa classificação que permitiu que ele competisse no WEC em 2024 e 2025 ao lado de pilotos como Maxime Martin e Kelvin van der Linde, visto que a classe LMGT3 exige que a escalação do trio conte com no máximo um piloto de categoria ouro ou platina.
No entanto, buscando ficar mais perto da família, Rossi optou por concentrar seu calendário na Europa a partir de 2026, cenário que não deve mudar para a temporada de 2027.