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‘Amor à primeira vista’: Falamansa nasceu no carnaval para público baiano e mantém entusiasmo mais de 20 anos depois

Banda incendiou a pista do Terraiá no encerramento do segundo dia de festival

14 jun 2026 - 22h36
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A pista do Terraiá terminou incendiada pelo forró do Falamansa, neste domingo, 14. O grupo paulista mostrou mais uma vez que tem intimidade com o público de Salvador, terra que o acolheu ainda lá no início da carreira --e, curiosamente, essa história começa no carnaval, não no São João.

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“Foi amor à primeira vista. Era um momento em que a gente estava chegando no Nordeste e ver as pessoas, em um evento que nem é o tradicional junino, permitir que quatro caras de São Paulo subissem nos trios com zabumba, triângulo e sanfona nos marcou demais”, conta o vocalista Tato.

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Em síntese, a banda sentiu na pele o que significa “axé” em termos de energia. Ele não lembra exatamente, mas a apresentação no carnaval baiano foi em 1999 ou 2000, pouco mais de um ano após a Falamansa nascer.

“A Falamansa é uma banda que estourou muito nova. Com um ano a gente já estava tocando todos os dias, era uma loucura”, relembra.

Falamansa se apresentou no segundo dia de Terraiá
Falamansa se apresentou no segundo dia de Terraiá
Foto: Valter Júnior/Especial para o Terra

E 28 anos depois de seu surgimento, com a mesma formação, Falamansa continua arrastando multidões. À frente da banda enquanto vocalista e compositor, Tato acredita que o segredo da longevidade do grupo está no propósito em comum. 

“É o mesmo desde o início. Isso foi fundamental para a gente entender, criar a nossa identidade”, diz. Ele complementa que o propósito é fazer forró de zabuma, triângulo e sanfona com mensagens de alegria, fé e amor. 

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Nessa longa trajetória, Falamansa já se viu como trilha sonora de várias gerações. “O público é sempre novo. As pessoas casam, têm filhos, ou mudam de cidade, sempre tem gente nova. É como se a gente sempre tivesse que apertar a tecla ‘SAP’ da nossa música para o contemporâneo”, resume o músico.

Fonte: Portal Terra
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