Trump conversa com Xi Jinping sobre aumento de compras de petróleo e soja pela China

Presidente dos EUA afirma que Pequim pode ampliar compra de soja para 20 milhões de toneladas na safra atual e 25 milhões na próxima

4 fev 2026 - 14h04

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 4, ter conversado com líder chinês Xi Jinping sobre diversos temas em uma "excelente" ligação, destacando o comércio. Segundo ele, Pequim considera ampliar a compra de bens de agricultura acima do acordado no ano passado, incluindo aumentar a aquisição de soja para 20 milhões de toneladas na safra atual.

"Eles se comprometeram a aumentar para 25 milhões de toneladas na próxima safra!", escreveu o republicano na Truth Social. Trump acrescentou que a conversa abordou a compra de petróleo e gás produzidos nos EUA pela China, entregas de peças de aeronaves e "diversos outros assuntos, todos muito positivos".

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O presidente americano listou ainda a discussão sobre assuntos militares e geopolíticos, como Taiwan, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a situação atual com o Irã, mas sem dar detalhes sobre o que teria sido dito entre os líderes. Além disso, Trump e Xi falaram sobre a viagem do republicano para a China em abril, a qual "estou ansioso para que aconteça!", acrescentou ele.

Trump comentou que refletiu sobre a importância do relacionamento bilateral entre Estados Unidos e China, incluindo sua relação pessoal "extremamente boa" com o presidente Xi Jinping. "Nos damos conta de quão importante é mantê-la assim. Acredito que vamos manter esses resultados positivos nos meus próximos três anos como presidente ao lidar com o presidente Xi e a China", concluiu.

Em comunicado, Xi desejou que "2026 seja o ano em que as duas maiores potências, China e EUA, se movam rumo ao respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação ganha-ganha".

Xi se comprometeu a manter as promessas da China, afirmando que o país "sempre cumpre a sua palavra", em alusão ao acordo comercial fechado com os EUA no ano passado. Contudo, o líder chinês ponderou que Pequim também possui preocupações e que ambos os lados devem seguir os princípios de "equidade, respeito e benefícios mútuos" ao dar seguimento nas relações, fortalecendo seu diálogo e cooperação.

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