A Suzano afirmou nesta segunda-feira que prevê para o segundo trimestre um incremento de 3% a 5% no custo caixa de produção de celulose em relação aos três primeiros meses do ano, segundo fato relevante.
A companhia disse que a previsão tem como base câmbio médio do trimestre em R$5 por dólar e o preço do barril de petróleo Brent de US$87.
As variações equivalem a um custo caixa por tonelada de R$830 a R$840 por tonelada.
Para 2026, a estimativa para o custo caixa de celulose é de cerca de R$800 por tonelada, tendo como base câmbio de R$5,07 e preço do barril do petróleo em US$84.
A empresa ainda afirmou que tem como meta alcançar dívida líquida de US$11 bilhões e alavancagem financeira abaixo de 2,5 vezes "ao longo dos exercícios sociais de 2027 e 2028".
No caso das metas financeiras, a Suzano afirmou que as estimativas têm como premissa câmbio médio de R$5,17 para 2026, R$5,25 para 2027 e R$5,28 para 2028, conforme projeções de taxas do Banco Central.
A companhia terminou o primeiro trimestre com dívida líquida de US$13 bilhões, praticamente estável ante o mesmo período de 2025. A alavancagem ao final de março foi de 3,3 vezes em dólares.