Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA diminuem e condições do mercado de trabalho permanecem estáveis

30 abr 2026 - 09h51

O número de norte-americanos ‌que entraram com pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, e a taxa de desemprego parece ter se mantido estável em abril, já que o mercado de trabalho continua a não mostrar ⁠nenhum impacto material da guerra entre os Estados ‌Unidos e Israel com o Irã.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 26.000, para 189.000 ‌em dado com ajuste sazonal, ‌na semana encerrada em 25 de abril, ⁠informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 215.000 pedidos para a última semana.

Publicidade

O mercado de trabalho permaneceu em um modo de "baixa contratação e baixa demissão", apesar do ‌choque no preço do petróleo decorrente do conflito no ‌Oriente Médio. Ainda ⁠assim, economistas ⁠alertam para os riscos negativos, já que as interrupções no ⁠transporte marítimo no ‌Estreito de Ormuz ‌aumentam os preços de outras commodities, incluindo fertilizantes, produtos petroquímicos e alumínio.

Por enquanto, a estabilidade do mercado de trabalho dá suporte às expectativas ⁠do mercado financeiro de que o Federal Reserve vai manter a taxa de juros este ano. O banco central dos EUA manteve sua taxa de juros de ‌referência na faixa de 3,50% a 3,75% na quarta-feira, citando preocupações com o aumento da inflação.

O ⁠número de pessoas que recebem auxílio-desemprego após uma semana inicial de ajuda, um indicador de contratações, diminuiu em 23.000, para 1,785 milhão em dado sazonalmente ajustado, durante a semana encerrada em 18 de abril, segundo o relatório de pedidos. Os chamados dados de pedidos contínuos cobriram o período durante o qual o governo pesquisou as famílias para obter a taxa de desemprego de abril. A taxa de desemprego foi de 4,3% em março.

Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
TAGS
Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se