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Lucro principal da GM cresce 30% no 2º trimestre com bom desempenho de caminhonetes e SUVs

21 jul 2026 - 11h29
(atualizado às 14h40)

A General Motors elevou ‌suas projeções de lucro para o ano nesta terça-feira, após registrar um aumento de 30% em seu lucro principal do segundo trimestre, impulsionado pelas vendas lucrativas de SUVs e caminhonetes.

A montadora de Detroit afirmou ter superado facilmente as ⁠estimativas de lucro dos analistas, apesar de um cenário econômico ‌instável, com os consumidores enfrentando preços mais altos da gasolina, inflação persistente e desaceleração no crescimento do emprego durante ‌o trimestre.

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As vendas robustas em seu ‌mercado doméstico da América do Norte, que também ⁠é o maior, foram impulsionadas por preços sólidos.

A GM divulgou lucro trimestral antes de juros e impostos de US$3,9 bilhões, em comparação com cerca de US$3 bilhões no ano anterior. Em termos ajustados, obteve lucro por ação de US$3,57, ‌superando a estimativa dos analistas de US$3,20, de acordo com ‌dados da LSEG.

A ⁠GM elevou sua ⁠previsão de lucro para 2026 em US$500 milhões, para uma faixa ⁠entre US$14 bilhões e ‌US$16 bilhões. No primeiro ‌trimestre, a GM aumentou sua previsão em US$500 milhões, valor que espera recuperar por meio de reembolsos decorrentes de uma decisão da Suprema Corte dos EUA que anulou ⁠algumas das tarifas comerciais impostas pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apesar de o trimestre ter sido melhor do que o esperado, a maior montadora dos EUA em vendas afirmou ‌que seus resultados continuarão sendo prejudicados pelas pressões tarifárias e pelo aumento dos custos de abastecimento.

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A GM manteve inalterada ⁠uma previsão anterior de um impacto de US$2,5 bilhões a US$3,5 bilhões em seu lucro líquido devido às tarifas. A empresa afirmou que a inflação nas matérias-primas, nos chips de computador e na logística deve reduzir os lucros em US$1,5 bilhão a US$2 bilhões este ano.

O lucro líquido trimestral caiu 31% em relação ao ano anterior, para US$1,3 bilhão, principalmente devido a cerca de US$2,3 bilhões em custos relacionados à reestruturação de sua rede de fábricas de veículos elétricos. A receita de US$48 bilhões registrou um aumento de 2%.

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