A fabricante chinesa de drones DJI disse nesta quinta-feira a parlamentares norte-americanos que uma revisão externa mostrou que seus drones não representam riscos à segurança, e pediu a Washington que suspenda a proibição de seus produtos mais recentes.
Em fevereiro, a DJI, maior fabricante de drones do mundo, entrou com uma ação judicial contestando a decisão da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, tomada em dezembro, de proibir a importação de todos os seus novos modelos e componentes essenciais.
Em uma carta vista pela Reuters, a DJI afirmou ter contratado uma empresa de segurança sediada nos EUA para realizar uma extensa revisão, que relatou "nenhuma evidência de transmissão de dados para fora dos Estados Unidos".