Dívida bruta do Brasil sobe a 82,9% do PIB em agosto

30 set 2026 - 08h56
Resumo
A dívida pública bruta do Brasil subiu para 82,9% do PIB em agosto, ante 82,6% em julho, enquanto a dívida líquida avançou para 69,3%, segundo dados do Banco Central. Ambos os índices ficaram ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado. No mesmo período, o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 10,012 bilhões, resultado melhor que a projeção de R$ 15,7 bilhões, impulsionado pelos superávits dos governos regionais e estatais, que atenuaram o rombo de R$ 14,687 bilhões do governo central.

‌A dívida bruta do Brasil registrou alta em agosto, quando o setor público consolidado brasileiro apresentou déficit primário menor ⁠do que o esperado, ‌de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo ‌Banco Central.

A dívida ‌pública bruta do país ⁠como proporção do PIB fechou agosto em 82,9%, contra 82,6% no mês anterior. Já a dívida líquida do setor ‌público foi a 69,3%, ‌de 69,1%. 

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As ⁠expectativas ⁠em pesquisa da Reuters eram de 83,0% ⁠para ‌a dívida ‌bruta e de 69,5% para a líquida.

Em agosto, o setor público consolidado registrou ⁠um déficit primário de R$10,012 bilhões, menor do que a expectativa de economistas consultados ‌em pesquisa da Reuters de um saldo negativo de R$15,7 ⁠bilhões.

 O desempenho mostra que o governo central teve rombo de R$14,687 bilhões, enquanto Estados e municípios registraram superávit primário de R$2,688 bilhões e as estatais tiveram saldo positivo de R$1,987 bilhão, mostraram os dados do Banco Central.

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