De Maringá para a mansão de Neymar: conheça a marca de sorvetes que conquistou a família do craque do Santos

Projeto exclusivo da Gela Boca foi recentemente inaugurado na casa craque do Santos, em Mangaratiba, no Rio

23 jan 2026 - 04h59
Resumo
A sorveteria Gela Boca, originada em Maringá, inaugurou um projeto exclusivo na mansão de Neymar para uso privado, apresentando um novo modelo compacto de franquia que visa reduzir custos de entrada e expandir o negócio.
Gela Boca tem, além do quiosque na casa de Neymar, mais de 150 lojas espalhadas pelas regiões sul, sudeste e centro-oeste do país
Gela Boca tem, além do quiosque na casa de Neymar, mais de 150 lojas espalhadas pelas regiões sul, sudeste e centro-oeste do país
Foto: Divulgação

Fundada em 2000 em Maringá, no Paraná, a Gela Boca nasceu em meio a grandes dificuldades financeiras e, ao longo dos anos, transformou-se em um dos principais grupos de sorvetes do Brasil. Idealizada por Luiz Ramalho, pai de Thiago Ramalho, que desde 2010 é o CEO e responsável pelo plano de expansão por meio de franquias, a empresa conquistou não apenas milhões de brasileiros, como também a família de Neymar

A sorveteria que por mais de duas décadas se tornou a fonte de renda da família Ramalho e de diversas outras pessoas inaugurou, recentemente, uma unidade na mansão do craque do Santos, em Mangaratiba, na Costa Verde do Rio de Janeiro. A loja é um projeto exclusivo da marca e vai servir como vitrine para um novo modelo compacto do negócio, que já conta com 159 lojas espalhadas pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste do País.

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Em entrevista ao Terra, Thiago Ramalho contou um pouco sobre o projeto recém-instalado na casa de Neymar. A ideia do quiosque, montado em um container todo rosa, surgiu após um encontro com Neymar Pai em um evento no Paraná, onde o empresário compartilhou o sonho de ter o espaço em sua casa de praia para a diversão da família. 

Conforme relata Thiago, a operação logística foi intensa, percorrendo mais de mil quilômetros para garantir que os filhos do craque tivessem à disposição mais de 15 sabores de sorvete, 19 opções de picolés, além de açaí, milkshakes e opções zero açúcar para a mulher de Neymar, a influenciadora Bruna Biancardi. 

A ideia do quiosque, montado em um container todo rosa, surgiu após um encontro com Neymar Pai em um evento no Paraná
Foto: Divulgação

Embora não tenha o objetivo de gerar lucro para a família do camisa 10 do Santos, uma equipe foi capacitada pela Gela Boca para garantir o padrão da marca, proporcionando a mesma experiência de uma franquia convencional aos filhos do craque, Davi, Mavie, Helena e Mel.

Segundo o empresário, a franquia de Mangaratiba é única e funciona com dois funcionários das 10h às 22h sempre que há visitas.  "É uma loja de uso exclusivo da família e dos convidados. Treinamos uma equipe para fazer com que a experiência dessa unidade seja muito parecida como se fosse servido em uma loja", detalhou.

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Thiago Ramalho, CEO e responsável pelo plano de expansão por meio de franquias da Gela Boca
Foto: Divulgação

Diferente das franquias padrão de 150m², o projeto de Mangaratiba tem 30m². Segundo Thiago, a implementação do formato gerou um estudo de viabilidade para permitir que outros investidores abram lojas semelhantes com um custo de entrada muito menor do que uma franquia padrão. 

“No modelo padrão, onde a pessoa tem um faturamento de R$ 1,2 milhão por ano, com 15% de lucratividade, para ser um franqueado o investimento parte de R$ 550 mil.  No caso da loja do Neymar, para ser um franqueado basta investir R$ 170 mil”. No ano, o faturamento do quiosque é de R$ 720 mil, com 15% de lucratividade.

Gela Boca

A Gela Boca possui, além de lojas próprias e franquias, 3 fábricas (duas no Brasil e uma no Paraguai). Em 2025, a rede fechou o ano com um faturamento de R$ 220 milhões. Para este ano, a projeção é crescimento de 8% no faturamento.

Eleito o Jovem Empreendedor do Ano pelo Conselho Permanente do Jovem Empresário (COPEJEM) da ACIM em 2018, Thiago atribui o sucesso da marca à "cadência" (crescimento constante, mas não acelerado demais) e ao foco no relacionamento com o franqueado.

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De acordo com o empreendedor, a empresa prioriza a valorização dos franqueados atuais. ´Por isso, novas lojas só serão abertas se houver candidatos e pontos comerciais ideais.

“Se tiver bons candidatos, nós vamos abrir uma loja nova. Mas não é o nosso foco. O foco hoje é valorizar quem está com a gente”, enfatizou o CEO, que no momento da entrevista ao Terra estava em viagem pela Itália com alguns franqueados. 

Fonte: Portal Terra
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