Com 13 vacas, produção de até 40 mil litros por dia e 12 milhões de litros por ano, argentino cria 'império leiteiro'

Produtor investiu em tecnologia, alimentação controlada e indústria própria para ampliar produtividade e gerar valor agregado

8 abr 2026 - 19h55
(atualizado às 20h11)
Resumo
O argentino Damián Visconti transformou um pequeno início com 13 vacas emprestadas em um império leiteiro de 12 milhões de litros anuais, unindo tecnologia, controle alimentar, verticalização da produção e gestão estratégica.
Produtor investiu em tecnologia, alimentação controlada e indústria própria para ampliar produtividade e gerar valor agregado
Produtor investiu em tecnologia, alimentação controlada e indústria própria para ampliar produtividade e gerar valor agregado
Foto: Reprodução

O argentino Damián Visconti ganhou notoriedade este ano ao consolidar um império no setor leiteiro, com produção anual de aproximadamente 12 milhões de litros. A operação, localizada em Villa María, começou de forma modesta, com 13 vacas emprestadas em sistema de arrendamento, mas cresceu com base em gestão estratégica, uso de tecnologia e integração entre produção e indústria, alcançando picos de cerca de 40 mil litros por dia.

O modelo atual se destaca pelo planejamento, que consiste no uso intensivo de tecnologia para garantir produtividade e a estabilidade do rebanho. 

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Entre as soluções adotadas está o confinamento com alimentação controlada, com dietas específicas que melhoram o desempenho das vacas e reduzem impactos climáticos. Áreas irrigadas também asseguram a produção de insumos ao longo do ano.

Outro diferencial de destaque foi a verticalização do negócio. Em vez de vender apenas leite in natura, o empresário estruturou uma planta industrial própria, passando a processar e comercializar produtos com marca própria. A ação aumentou o valor agregado e reduziu a dependência do mercado externo, além de gerar empregos na região.

Apesar da estrutura atual, a trajetória começou de maneira simples. Nos primeiros meses, o trabalho era manual. Os ganhos, assim, eram reinvestidos. A etapa foi fundamental, segundo Visconti, para adquirir experiência e consolidar as bases do crescimento.

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Com o passar do tempo, o negócio ganhou escala com a ajuda de familiares. Houve o aumento do número de animais e da produção. Hoje, a operação conta com múltiplas unidades produtivas de alto desempenho, resultado de organização e busca constante por eficiência, seguindo as diretrizes do agronegócio moderno.

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De acordo com o empreendedor, a base do sucesso está na gestão técnica, com investimentos em genética, nutrição de precisão e manejo reprodutivo. 

Para o futuro, o plano inclui automação e sucessão familiar, expandindo ainda mais o império, de forma sustentável. 

Fonte: Portal Terra
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