Chefes de Finanças do G7 dizem que é preciso reabrir Estreito de Ormuz e resolver desequilíbrios em contas correntes

19 mai 2026 - 09h17

Os ministros das Finanças do G7 reiteraram que é imperativo reabrir ⁠o Estreito ‌de Ormuz e que é ‌importante lidar ‌com os ⁠desequilíbrios globais das contas correntes.

Reunião dos ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais do G7 em Paris
 18 de maio de 2026. REUTERS/Tom Nicholson
Reunião dos ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais do G7 em Paris 18 de maio de 2026. REUTERS/Tom Nicholson
Foto: Reuters

Eles também reafirmaram, em um comunicado ‌conjunto, seu compromisso ‌com a ⁠cooperação ⁠multilateral para lidar ⁠com ‌os ‌riscos à economia global.

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Os ministros do Canadá, França, ⁠Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados ‌Unidos também disseram que continuam comprometidos com ⁠a estabilidade dos mercados de energia e pediram a todos os países que evitem restrições arbitrárias às exportações.

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