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Brasil abre 58.568 vagas formais de trabalho em julho, abaixo do esperado

28 ago 2026 - 14h31
(atualizado às 14h53)
Resumo
O Brasil abriu 58.568 vagas formais em julho, pior resultado para o mês na série do Caged desde 2020 e bem abaixo da expectativa de 112 mil postos. No acumulado do ano, o saldo é de 972.203 empregos, o menor desde a pandemia. O setor de serviços liderou a geração de vagas (24.098), acompanhado por construção, agropecuária e indústria, enquanto o comércio foi o único segmento com saldo negativo, registrando o fechamento de 2.056 postos de trabalho.

O Brasil ‌abriu 58.568 vagas formais de trabalho em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho ⁠e Emprego, no pior resultado para ‌o mês da série iniciada em 2020.

O resultado do mês passado foi ‌fruto de 2.262.888 ‌admissões e 2.204.320 desligamentos e ficou ⁠bem abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 112.000 vagas.

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O saldo de julho foi o mais baixo ‌do ano até agora e o ‌menor para ⁠o mês ⁠em toda a série histórica do Novo Caged, ⁠que ‌contabiliza dados a ‌partir de 2020. No mesmo mês em 2025, foram criadas 133.932 vagas de trabalho.

No acumulado do ano ⁠até o mês passado, foi registrado saldo positivo de 972.203 postos, o pior para o período desde 2020, quando houve ‌fechamento de 1.398.484 vagas em meio à pandemia da Covid-19.

Quatro dos cinco ⁠grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos de vagas no mês passado. O setor de serviços liderou a abertura, como de costume, com 24.098 postos, seguido por construção (12.691 postos), agropecuária (12.523 postos) e indústria (11.315). O comércio foi o único setor a registrar saldo negativo, com fechamento de 2.056 vagas.

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