Mais uma temporada bombástica (diga-se de passagem) do "Big Brother Brasil" está no ar na telinha da TV Globo, deixando o público em polvorosa com tretas, romances inesperados e um elenco superestrelado que não para de render assunto! Ana Paula Renault, uma das favoritas ao prêmio neste ano, segue dando o que falar confinada com outros nomes icônicos, como Babu Santana, Sarah Andrade e Solange Couto.
Um verdadeiro sonho para qualquer fã de reality, não é mesmo? Pois bem… Mas e se te disséssemos que, por trás de tanta admiração e até do "vício" no programa, pode existir um problemão?
Daiana Petry, neurocientista e aromaterapeuta, conversou com o Purepeople Brasil em entrevista exclusiva e explicou os riscos de quando o entretenimento ultrapassa o limite e passa a mexer com a cabeça dos fãs. Claro que isso não acontece em todos os casos, mas o alerta é válido!
Quando assistir ao 'BBB' vira um problema?
Segundo a especialista, o reality desperta emoções intensas em quem assiste porque "ativa três sistemas primitivos do cérebro": o pertencimento (grupos), a ameaça social (rejeição e exclusão) e a empatia (espelhamento emocional). "Quando há carga emocional, o cérebro não distingue totalmente entre viver e observar. Ao ver alguém ser rejeitado, traído ou exaltado, o sistema límbico reage como se aquilo estivesse acontecendo conosco. Ou seja, as áreas cerebrais ativadas são as mesmas, seja na observação ou na vivência real", explicou.
Questionada sobre o momento em que toda essa "ador...
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