Madonna, Michael Jackson e mais: 8 shows históricos do Super Bowl

Show de intervalo do tradicional jogo da NFL se tornou um palco de performances memoráveis, atraindo milhões de espectadores e rendendo cenas memoráveis para a cultura pop

10 fev 2026 - 13h47

Na noite deste domingo, 8, Bad Bunny comandará o show do intervalo do Super Bowl, tradicional jogo que define o campeão da temporada da NFL (National Football League), principal liga de futebol americano dos EUA.

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A apresentação está cercada de expectativas após o cantor porto-riquenho faturar o principal prêmio no Grammy 2026, no último domingo, 1º. O artista vem fazendo história ao conquistar mercados até então inéditos para um artista latino que canta inteiramente em espanhol, com discurso abertamente político e orgulhoso de suas raízes.

Ao longo das últimas décadas, o Super Bowl tem sido palco de performances históricas. Em um dos eventos televisivos mais assistidos do mundo, o tradicional show do intervalo se consagrou como momento icônico para a cultura pop.

Ano após ano, nomes de calibre da música fazem investimentos estrondosos para deixar sua marca na indústria. Ser convidado para cantar no Super Bowl é visto como uma conquista tremenda para qualquer artista.

Relembre e assista a alguns dos shows históricos do Super Bowl a seguir:

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Michael Jackson (1993)

O show de Michael Jackson no Super Bowl marcou uma virada histórica para o evento. Até então, o intervalo era visto como um momento secundário, mas o Rei do Pop apostou em um espetáculo global, com coreografias icônicas e audiência recorde: foi a primeira vez que o intervalo superou o número de espectadores do próprio jogo, estabelecendo um novo padrão (e pressão) para as atrações que viriam depois.

*NSYNC, Aerosmith, Britney Spears e mais (2001)

Várias edições do Super Bowl optaram por reunir artistas em vez de escolher um só nome para os holofotes. Foi o caso do Super Bowl XXXV, que apostou em um encontro de gerações do pop e do rock, com *NSYNC, Britney Spears, Aerosmith, Nelly e Mary J. Blige. O encontro entrou para a história da cultura pop do início dos anos 2000 e refletiu a estratégia da NFL de ampliar o apelo do evento para públicos mais jovens - mas sem esquecer dos veteranos.

U2 (2002)

Realizado poucos meses após os atentados de 11 de setembro em Nova York, o show do U2 marcou os americanos com um tributo sensível e respeitoso: durante a faixa Where the Streets Have No Name, os nomes das vítimas foram projetados em uma tela gigante. Bono ainda surpreendeu ao abrir o casaco e revelar a bandeira dos Estados Unidos costurada no forro, o que simbolizou uma mensagem de união e resiliência para os espectadores.

Prince (2007)

Considerado por muitos como o melhor show de intervalo de todos os tempos, Prince se apresentou sob uma chuva intensa em 2007. Com versões marcantes de suas próprias músicas e covers de Foo Fighters e Queen, o artista transformou a adversidade climática em aliada. O número final, em que ele apresentou Purple Rain embaixo da chuva, entrou para a história da televisão e da música pop.

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Madonna (2012)

A Rainha do Pop apostou em figurinos extravagantes para sua passagem pelo Super Bowl: a apresentação começou com uma estética inspirada na Roma Antiga. O repertório revisitou diferentes fases de sua carreira e introduziu a era MDNA, álbum que estava prestes a ser lançado na época. Além disso, Madonna contou com as participações especiais de LMFAO, Nicki Minaj, M.I.A. e CeeLo Green.

Beyoncé (2013)

Em uma das apresentações mais impecáveis do Super Bowl, Beyoncé consagrou suas principais qualidades em palco: poder, precisão, domínio e controle artístico. O show contou com uma muito especulada reunião das Destiny's Child, quando Kelly Rowland e Michelle Williams se juntaram a Queen B - e ainda ficou marcado por um apagão que, minutos após o show, interrompeu a partida de futebol.

Beyoncé voltou ao Super Bowl em 2016, em outro show marcante. Na ocasião, ela dividiu o intervalo com Coldplay e Bruno Mars, três dos maiores nomes do pop da década. Beyoncé, em especial, chamou atenção ao referenciar no palco o movimento Black Lives Matter, ampliando o debate político em torno do evento.

Rihanna (2023)

Apesar de receber críticas de muitos fãs, que esperavam algo diferente, o show de Rihanna no Super Bowl marcou seu retorno aos palcos após anos afastada. Ela ainda surpreendeu ao revelar sua segunda gravidez durante a apresentação. Suspensa em plataformas aéreas, a cantora apostou em repertório de hits e estética minimalista, no que se tornou um dos mais assistidos da história do evento.

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Kendrick Lamar (2025)

O rapper estreou no palco do Super Bowl em 2022, quando participou do medley Dr. Dre & Friends, com Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, 50 Cent e Anderson .Paak. No ano passado, comandou sozinho o show do intervalo. Conhecido por letras politizadas e performances conceituais, Kendrick levou o hip hop ao centro da arena esportiva, ajudando a consolidar o gênero como protagonista do espetáculo.

No repertório, ele também incluiu o premiado single Not Like Us, a diss track aclamada que intensificou sua rivalidade com Drake, em um número que teve alta repercussão nas redes sociais.

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