O ex-CEO do Google tentou defender a IA em uma formatura e saiu vaiado

Nas formaturas universitárias dos Estados Unidos, há algo em comum neste ano: gurus falando sobre como a IA vai transformar os empregos; Mas há outra coisa em comum: estudantes que vão enfrentar um mercado de trabalho incerto estão vaiando esses gurus

27 mai 2026 - 11h06
(atualizado às 12h18)
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Foto: Capturas de @fenspamz228 y WSJ (editadas) / Xataka

Estamos vivendo um momento curioso no dia a dia tecnológico. Bom, em muitos aspectos, na verdade, mas evidentemente a inteligência artificial ocupa boa parte da conversa e parece não haver meio-termo. Ou se trata de um otimismo desenfreado sobre o quão benéfica essa tecnologia é para a humanidade (ou melhor, para os poucos que estão lucrando com ela), ou de críticas e oposição.

Enquanto as Big Techs e os gurus tecnológicos evangelizam sobre as vantagens da IA, cresce o número de pessoas que se opõem a essa tecnologia e à infraestrutura voraz de que ela precisa para funcionar. E nada representa tão bem essa dualidade quanto a sonora vaia que Eric Schmidt, ex-CEO do Google, recebeu ao falar sobre IA em um discurso de formatura em uma universidade.

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O discurso de Schmidt

Nas grandes universidades norte-americanas, é comum convidar personalidades para fazer o discurso de formatura. Na Universidade do Arizona, o escolhido foi o bilionário Eric Schmidt, que comandou Google e Alphabet.

Ele subiu ao palco e, diante de 10 mil estudantes, fez um discurso que abordou vários temas, mas se concentrou no impacto da tecnologia moderna na sociedade.

Em dezembro passado, a revista Time escolheu sua pessoa do ano de 2025. E, desta vez, foram os arquitetos da inteligência artificial. Então, hoje estamos à beira de outra transformação tecnológica. Uma que será maior, mais rápida e mais impactante do que qualquer outra já vista. Ela afetará cada profissão, cada sala de aula, cada hospital, cada ...

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