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Ele parece estranho, mas vicia: minha experiência migrando para o Logitech K860

Muito além da estética exótica: entenda como o design "quebrado" corrige a postura e por que, mesmo custando caro, ele pode ser o melhor investimento para a saúde do seu home office

25 jan 2026 - 18h07
Foto: Xataka

Teclados ergonômicos sempre habitaram um lugar curioso no meu imaginário tecnológico. Desde os anos 1990, quando o Microsoft Natural Keyboard parecia coisa de outro planeta, eu olhava para aquele formato "quebrado" com uma mistura de fascínio e desconfiança. A promessa era clara: mais conforto, menos dor, uma digitação mais alinhada ao corpo humano. O problema é que, na prática, eu nunca tinha ido além da curiosidade. Foram anos — décadas — usando teclados comuns, mecânicos ou de membrana, sem nunca dar o salto.

Isso mudou com o Logitech K860. Meu primeiro teclado ergonômico não só confirmou várias suspeitas antigas, como também me fez repensar hábitos que eu simplesmente aceitava como normais. Digitar torto, ombros tensos, punhos forçando posições estranhas. Nada disso parecia um problema imediato, mas o K860 deixa claro que conforto não é luxo: é prevenção.

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O estranhamento inicial (e a adaptação surpreendente)

A primeira impressão é, sem rodeios, esquisita. O teclado é dividido ao meio, as teclas seguem um desenho angulado e até a barra de espaço está separada. Para quem vem de anos de memória muscular treinada em layouts tradicionais, o choque é real. Nos primeiros minutos, os erros aparecem, especialmente em letras centrais, e a sensação é de que algo está fora do lugar.

Mas a adaptação acontece mais rápido do que eu imaginava. Em poucos dias, a estranheza deu lugar à naturalidade. As mãos passam a repousar onde deveriam estar desde sempre, os dedos trabalham mais e os ...

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