Defesa planetária sem segredos: NASA explica como uma rede científica aberta protege a Terra de asteroides

18 jun 2026 - 16h58
(atualizado em 19/6/2026 às 15h13)
Terra
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Foto: Unsplash/NASA / Xataka

Asteroides passam relativamente perto da Terra todos os dias, mas isso não significa que representem um risco imediato. Na realidade, existe uma enorme rede internacional de observatórios, telescópios e cientistas trabalhando continuamente para identificar esses objetos, calcular suas trajetórias e determinar se algum deles pode oferecer perigo ao planeta.

Segundo um texto recente da NASA, um dos pilares desse sistema é justamente o compartilhamento aberto de dados científicos. Informações coletadas por observatórios do mundo inteiro ficam disponíveis para pesquisadores, permitindo que diferentes equipes analisem os mesmos objetos e confirmem os cálculos de forma independente.

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Como os asteroides são monitorados

O trabalho começa muito antes de qualquer manchete sobre um possível impacto.

Sempre que um novo asteroide é detectado, suas observações são enviadas ao Minor Planet Center, instituição responsável por reunir informações sobre pequenos corpos do Sistema Solar. Em seguida, esses dados são distribuídos para toda a comunidade científica.

Se o objeto for classificado como um NEO (Near-Earth Object), ou Objeto Próximo da Terra, pesquisadores do mundo inteiro são incentivados a acompanhar sua trajetória e enviar novas observações.

Quanto maior a quantidade de dados disponíveis, mais precisa se torna a previsão da órbita do asteroide.

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O caso do asteroide 2024 YR4

Esse processo ficou evidente com o asteroide 2024 YR4.

Em fevereiro de 2025, análises indicaram que ele poderia atingir a ...

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