Alex Karp, CEO da Palantir, afirmou que a disputa pela liderança em inteligência artificial concentra-se entre EUA e China, apontando Israel como a única outra nação relevante. Segundo ele, essa corrida exige o domínio completo da cadeia tecnológica — de chips e infraestrutura a softwares e aplicações. Embora não tenha detalhado os motivos nem citado setores ou empresas específicas, o executivo indicou que Israel tem potencial para cumprir os requisitos atendidos apenas pelas duas superpotências.
O CEO da Palantir, Alex Karp, apontou, de forma surpreendente, Israel como uma exceção na corrida pela inteligência artificial — uma disputa que, segundo ele, ocorre principalmente entre os Estados Unidos e a China.
Em uma conversa com Leon Kalvaria, presidente da divisão de Global Banking do Citigroup, Karp discutia a competição restrita a essas grandes potências quando, de repente, mencionou Israel:
"Infelizmente — com a pequena exceção de Israel —, eles são, na prática, os únicos países relevantes."
O que há por trás disso?
A ressalva referente a Israel surgiu durante uma discussão sobre a capacidade de deter todo o espectro de tecnologias necessárias para o desenvolvimento e a operação da inteligência artificial. Karp explicou que a liderança nesse campo é medida pela capacidade de atuar em toda a cadeia tecnológica — desde chips e infraestrutura computacional, passando por softwares e sistemas de integração de dados, até chegar às aplicações de inteligência artificial.
Contudo, o CEO da gigante de IA não explicou explicitamente por que Israel constitui uma exceção; ele não mencionou nenhuma empresa israelense específica, nem associou essa exclusão a um setor determinado, como o de cibersegurança ou o de aplicações militares.
Ao que parece, sua visão é a de que Israel poderia, em algum momento, preencher os critérios — critérios que, atualmente, são atendidos apenas pelas duas grandes superpotências mundiais.
Karp também descreveu a Europa como um ente que, potencialmente, ...
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