Se você gosta de dirigir, ao redor do planeta há algumas estradas tão míticas que convidam a percorrê-las pelo menos uma vez na vida. É o caso da icônica Rota 66, que cruza os EUA de Chicago a Los Angeles, da bonita e cheia de curvas Transfăgărășan romena ou da perigosa Estrada da Morte, na Bolívia. Mas se você tem tempo e está nas Américas, há uma via que permite percorrer o continente praticamente de ponta a ponta: a Rodovia Pan-Americana.
Essa estrada é a mais longa do mundo, com uma extensão de 17.848 quilômetros, o que permite atravessar o continente americano de norte a sul: de Prudhoe Bay, no Alasca, até Ushuaia, na Terra do Fogo, na Argentina.
Vale destacar que esse número corresponde apenas à estrada principal, mas, na prática, trata-se de um conjunto de várias rodovias por diferentes países e com características distintas, adaptando seu traçado a regiões como grandes cidades, litorais e áreas montanhosas. Se somarmos as variantes e ramais, o total chega a 30.000 quilômetros, embora o Guinness diga apenas que são mais de 24.140 quilômetros ao longo dos 14 países que atravessa.
As origens
Embora a Pan-Americana inicialmente tenha sido idealizada como uma ferrovia, foi na Quinta Conferência Internacional dos Estados Americanos, em 1923, que a ideia ganhou forma como uma rodovia, considerando o crescimento do uso do automóvel. Ainda assim, levaria décadas para se concretizar: foi na Convenção sobre a Rodovia Pan-Americana que os 14 países assinaram o acordo, sendo o ...
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