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Jornalistas de favelas cariocas se especializam com curso, mapeamento e revista

Objetivo é formar comunicadores populares com perspectiva crítica e territorial, valorizando as práticas comunitárias

13 nov 2025 - 17h39
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Resumo
Jornalistas de cinco veículos de favelas cariocas iniciaram curso gratuito do Observatório de Favelas, com o objetivo de promover a formação crítica e territorial, realizando mapeamento cultural e criando a Revista aMARÉlo.
Alunos da Escola Popular de Comunicação Crítica, realizado no Observatório de Favelas, no Rio de Janeiro.
Alunos da Escola Popular de Comunicação Crítica, realizado no Observatório de Favelas, no Rio de Janeiro.
Foto: Acervo Observatório

Começa hoje (18) e vai até abril de 2026 o curso que reúne, especializa e fortalece dez jornalistas de cinco veículos periféricos de quatro regiões da capital fluminense, o aMARÉlo: Jornalismo Cultural em Favelas.

Os veículos selecionados são PPG INFORMATIVO (Pavão Pavãozinho e Cantagalo), Voz de Guadalupe (favela do Chapadão), Zona Oeste Ativa, Maré Vive e MANGUEIRA COMUNICA. Além do curso, as iniciativas vão receber apoio financeiro de R$ 10 mil para continuidade do curso. Os participantes terão mais de 60 horas de aulas e realizarão também um mapeamento das práticas culturais em favelas cariocas.

Criarão, ainda, a Revista aMARÉlo, disponível em formato impresso e digital, com distribuição gratuita e acessível. A publicação construída pelos participantes será distribuída também por eles nos territórios mapeados, seguindo o plano de difusão feito no último módulo da formação.

Aula inaugural do curso do Observatório das Favelas

A aula inaugural traz Daiane Mendes, diretora do Fundo de Apoio ao Jornalismo e cofundadora do Voz das Comunidades, e Luiz Rufino, autor de Pedagogia das Encruzilhadas, professor da UERJ e pesquisador em Educação, Cultura e Crítica ao Colonialismo.

A formação gratuita é organizada pelo Observatório de Favelas, criado em 2001, organização da sociedade civil sediada no Conjunto de Favelas da Maré, com atuação nacional. Dedica-se à produção de conhecimento e metodologias visando incidir em políticas públicas sobre as favelas e promover o direito à cidade.

Fundado por pesquisadores e profissionais oriundos de espaços populares, tem como missão construir experiências que contribuam para a superação das desigualdades e o fortalecimento da democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos.

Fonte: Visão do Corre
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