Veja o melhor da gastronomia chilena em 51 fotos
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Santiago é uma daquelas cidades charmosas, onde o turista é respeitado. As ruas da capital convidam para passeios tranquilos, em meio a edifícios históricos, parques e boas opções de bares e restaurantes. Aproveite a estadia para conhecer melhor a cozinha chilena, que se destaca pelos frutos do mar (aqui, o Mercado Municipal rouba a cena) e pelo pisco, a bebida nacional. Em busca de algo mais requintado? Acrescente o restaurante Giratório na sua lista gastronômica, já que o local tem boa comida e um diferencial: ele gira 360°! A seguir, confira o melhor da gastronomia chilena em 51 fotos
Foto: Shutterstock
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Santiago é uma daquelas cidades charmosas, onde o turista é respeitado. As ruas da capital convidam para passeios tranquilos, em meio a edifícios históricos, parques e boas opções de bares e restaurantes. Aproveite a estadia para conhecer melhor a cozinha chilena, que se destaca pelos frutos do mar (aqui, o Mercado Municipal rouba a cena) e pelo pisco, a bebida nacional. Em busca de algo mais requintado? Acrescente o restaurante Giratório na sua lista gastronômica, já que o local tem boa comida e um diferencial: ele gira 360°! A seguir, confira o melhor da gastronomia chilena em 51 fotosFoto: Shutterstock
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A culinária chilena é conhecida por usar os peixes e frutos do mar pescados no Oceano Pacífico. Um dos mais impressionantes é uma espécie de caranguejo gigante chamada de centolla, que vive em águas profundas. É possível saborear essas delícias em vários lugares da capital chilena, mas um verdadeiro gourmet não pode deixar de visitar o tradicional Mercado Central de Santiago, próximo à estação de metrô Cal y Canto. Restaurantes como Donde Augusto e El Galeón servem saborosos pratos, fresquinhos, fresquinhos. Nesses lugares, uma refeição pode sair R$ 100 ou mais por pessoa. Quanto ao idioma, não se preocupe. A maioria dos garçons fala português muito bem. Endereço: Calle San Pablo, 967. Tel.: 00xx 562 696 83 27Foto: Mario Sanchez Carrion / Creative Commons
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O edifício começou a ser construído em 1860 e foi inaugurado em 1872. A estrutura de ferro veio de Glasgow, na Escócia. Em 1984, o prédio foi declarado monumento nacionalFoto: Ana Luiza Oliveira / Creative Commons
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Barracas nos corredores do mercado vendem frutos do mar e peixes. Só passe por lá se realmente estiver interessado em comprar algo, já que o cheiro não é dos melhoresFoto: Claudio Sepúlveda Geoffroy / Creative Commons
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O mais famoso (e maior) restaurante do mercado é o Donde Augusto, onde pode-se comer centolla e salmãoFoto: Constanza / Creative Commons
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Os pescados também se destacam no cardápio do restaurante El Galón, como o peixe congrio, encontrado nas águas geladas do Oceano PacíficoFoto: Jimmy Baikovicius / Creative Commons
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Salmão assado com purê: uma das refeições mais saborosas do mercado (e preferida dos brasileiros)Foto: Shutterstock
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A centolla é encontrada a 600 metros de profundidade nas águas do sul do país. O prato médio serve duas pessoas e acompanha arroz, salada, alho frito, azeite e batata frita. Custa mais de R$ 300Foto: Julia / Creative Commons
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Assim como no Peru, o ceviche também é muito consumido no Chile. O prato leva filé de peixe cortado em tirinhas, pimenta vermelha, cebolinha picada, tomate e abacateFoto: Shutterstock
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Ostras gratinadas com queijo: uma iguaria comum nas mesas dos restaurantes do mercadoFoto: Shutterstock
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A paila marina é uma sopa feita com frutos do mar da região, como chorito, ameija, mexilhão e camarãoFoto: Shutterstock
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Outro prato típico chileno é o curanto, uma mistura de frutos do mar, carne de vaca, frango e linguiçaFoto: Orban López Cruz / Creative Commons
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Restaurante Giratório, um dos mais emblemáticos da cidade. Além de conforto, boa comida e vista privilegiada da capital, oferece uma rara atração: o restaurante gira 360° em uma hora. Apesar de se apresentar como um restaurante de cozinha internacional, a casa chilena se destaca mesmo pelos frutos do mar e peixes. O salmão, por exemplo, vem em uma porção generosa. Outra deliciosa opção da casa é a batata recheada com queijo e camarãoFoto: Leonardo Guariso
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O Patio Bellavista é uma galeria a céu aberto que reúne cultura, gastronomia e entretenimento não à toa, é considerado a porta de entrada do bairro Bellavista. A dica é visitá-lo à noite, quando mesas e música ao vivo tomam conta do pátio. Rua Constituición, 30 70, Bellavista, Tel.: 0xx 56 2 249.8700. Estacionamento na avenida Bellavista, 52Foto: Leonardo Guariso
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O pátio foi inaugurado em 2006, depois da restauração de um antigo galpão industrial construído no início do século 20Foto: Leonardo Guariso
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Mesas dos restaurantes ficam no pátio, de onde se pode assistir à movimentação das pessoasFoto: Leonardo Guariso
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Com música ao vivo e ambiente agradável, o local é uma excelente opção para sentar e aproveitar a noiteFoto: Leonardo Guariso
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À direita, o restaurante Backstage Experience: o salmão vem acompanhado de espetinhos de camarão e o cardápio tem mais de 150 cervejasFoto: Leonardo Guariso
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Lojas de roupa masculina e feminina também fazem parte do Patio BellavistaFoto: Leonardo Guariso
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O local conta com uma excelente cebicheria, a Constituición. O cebiche é prato chileno feito com peixe, cebola, pimenta e abacate, entre outros ingredientesFoto: Leonardo Guariso
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El Cachafaz Café Concert oferece shows de dança, de tango, circenses, entre outros espetáculos nacionais e internacionaisFoto: Leonardo Guariso
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Embora os frutos do mar façam parte da cozinha chilena, pode-se encontrar sushi, hambúrguer e batata frita nos restaurantes do pátioFoto: Leonardo Guariso
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O conjunto de lojas e restaurantes fica no bairro Bellavista, região boêmia de SantiagoFoto: Leonardo Guariso
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Quem gosta de vinho não pode deixar de visitar os locais onde são produzidas algumas das melhores bebidas do gênero no mundo. A menos de uma hora de carro da capital estão duas importantes vinícolas do Chile. A mais conhecida é a Concha y Toro (acima), que produz o famoso vinho Casillero del Diablo (adega do diabo, em espanhol). A outra é a Santa Rita, um lugar cheio de história, que serviu de refúgio para soldados durante a guerra de independência do paísFoto: Carlos Varela / Creative Commons
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A adega do diabo: reza a lenda que o dono da Concha y Toro costumava guardar para si as melhores safras, colocando-as em uma adega (casillero). Algumas garrafas, no entanto, começaram a sumir. Ele, então, espalhou o boato de que o diabo ia lá à noite, abria as bebidas e fazia barulho. Assim nasceu o mito em torno do Casillero del Diablo, o vinho mais célebre da casaFoto: Luciana Christante / Creative Commons
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A Concha y Toro fica a 25 quilômetros de Santiago (35 minutos de carro). Fundada em 1883 pelo chileno Don Melchor Concha y Toro, as primeiras plantações foram feitas com cepas francesas, trazidas da região de Bordeaux pelo empresário. Os vinhos inicialmente eram produzidos por um enólogo francês, monsieur Labouchere. A partir de 1933 a casa passou a exportar para a Europa, e hoje é dona de mais de 30 vinhedos no ChileFoto: Sthepen Chip / Creative Commons
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A vinícola oferece uma visita guiada que custa por volta de R$ 35 (mais informações: 00xx 56 2 476-5680). O tour tradicional, disponível em espanhol e inglês, inclui visita às plantações de uva...Foto: Sthepen Chip / Creative Commons
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... passeio pelo jardim externo da antiga mansão de verão de Toro, onde hoje fica a administração da vinícola...Foto: Carlos Varela / Creative Commons
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... e degustação de vinhos. Entre eles, o Casillero Del DiabloFoto: Carlos Varela / Creative Commons
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A vinícola Santa Rita fica a 45 quilômetros de Santiago (45 minutos de carro), aos pés da Cordilheira dos Andes. Fundada em 1880 por Don Domingo Fernández Concha, a propriedade recebeu o nome da santa da qual o dono era devoto: Santa Rita de CássiaFoto: Leonardo Guariso
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A Santa Rita também oferece tours diários. O passeio, com guias que falam espanhol, inglês e português, sai por volta de R$ 35 (mais informações: 00xx 56 2 362-2594). O roteiro inclui degustação e visita à casa da fazenda, às plantações de uva...Foto: Leonardo Guariso
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... ao centro de produção e armazenamento...Foto: Leonardo Guariso
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... e às adegas da casa. Os vinhos mais caros da vinícola, como o Casa Real, descansam na Bodega Cal y Canto (acima)Foto: Leonardo Guariso
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A vinícola é um lugar cheio de história. Durante a guerra de independência do Chile, o general Bernardo OHiggins e 120 soldados se refugiaram em um galpão da fazenda (acima) durante um confronto com as tropas espanholas. Em homenagem ao grupo de combatentes, a Santa Rita criou o vinho branco 120Foto: Leonardo Guariso
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Além de fazer o tour, o visitante pode aproveitar para conhecer o Museu Andino, que fica dentro da propriedade e reúne uma coleção de 1800 peças de arte pré-colombiana, incluindo uma coleção de moais de madeira. A entrada é gratuitaFoto: Leonardo Guariso
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Em frente ao museu fica o Café La Panadería, um lugar agradável para encerrar o passeioFoto: Leonardo Guariso
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Na calle Constitución estão localizados bares e alguns dos restaurantes mais badalados da cidade. A rua fica no bairro Bellavista, a poucos quilômetros do centro da cidade (o táxi sai R$ 35)Foto: Leonardo Guariso
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Muito segura e tranquila pela manhã e tarde, a via é um dos pontos turísticos de SantiagoFoto: Leonardo Guariso
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Interior do restaurante Como Agua para Chocolate (n° 50), onde o idioma mais falado é o português. Dica: experimente o salmão grelhado, que vem acompanhado de vegetais refogadosFoto: Leonardo Guariso
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A calle Constitución também abriga o cartão postal do bairro, o Patio Bellavista, shopping a céu aberto com lojas de roupa e de souvenirsFoto: Leonardo Guariso
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No pátio, as mesas dos restaurantes ficam do lado de fora, de onde se pode assistir à movimentação dos visitantesFoto: Leonardo Guariso
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Público aproveita a tarde ensolarada na capital. À esquerda, com as paredes vermelhas, fachada do bar/restaurante Galindo (nº 88), fundado em 1968Foto: Leonardo Guariso
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Uma vez em terras chilenas, aproveite para experimentar a bebida nacional, o pisco. A partir dele, peruanos e chilenos desenvolveram coquetéis ao longo dos anos. No Peru, existem oficialmente quatro tipos de piscos: o puro (de uvas não aromáticas); o aromático (de uvas aromáticas); o mosto verde (produzido com uvas não maduras); e acholado (mix entre uvas aromáticas e não aromáticas). O teor alcoólico deles varia entre 38% e 48%. Já os piscos chilenos são classificados de acordo com o teor alcoólico: corriente ou tradicional (30%); especial (35%); reservado (40%); e gran pisco (43%). Na foto, o pisco sour, drink mais consumido no Chile e preparado com pisco, suco de limão, açúcar, clara de ovo e angostura (mistura de ervas naturais)Foto: Shutterstock
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Pisco punch, o primeiro coquetel de pisco conhecido no mundo, inventado no século 19, em San Francisco, nos Estados Unidos. Leva suco de abacaxi, de limão, jarabe de goma (xarope de goma), pisco e gelo, embora outros ingredientes também possam ser acrescentadosFoto: Djjewelz / Creative Commons
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O serena libre foi criado na década de 1990 em um bar chamado La Serena, no Chile. É feito da mistura entre suco de mamão papaia chileno e piscoFoto: Shutterstock
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Leite, canela, pisco, gema de ovo, açúcar e calda de algarrobina (um tipo de vagem) são os ingredientes da algarrobina, bebida muita consumida no PeruFoto: Kimi- / Creative Commons
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Piscola, também chamada de Coquetel Nacional no Chile, e de Peru Libre ou Sol y Sombra no Peru. Trata-se de uma mistura simples entre Coca-Cola e piscoFoto: Shutterstock
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Canário: coquetel feito à base de suco de laranja (ou manga) e pisco, além de cereja e uma rodela de laranja para enfeitarFoto: Shutterstock
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Chilcano, preparado com suco de limão, pisco, angostura, gelo e refrigerante de gengibre. No Brasil, substitui-se o último ingrediente por sodaFoto: Shutterstock
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Capitán, drink feito com pisco, gelo e vermute (bebida à base de vinho e ervas)Foto: Jose Wolff / Creative Commons
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O Barrio Brasil começou a se destacar na vida noturna na década de 1990, quando várias bandas e artistas buscaram abrigo e inspiração nas muitas residências vazias da região. Suas construções mantiveram a arquitetura colonial, o que dá ainda mais charme aos bares e casas locais. Há desde estabelecimentos com ar chique e moderno até simples, mas aconchegantes, mesas na calçadaFoto: José (Pepe) Vásquez Vallejos / Creative Commons
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