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Paris, Londres e Tóquio: veja o lado autêntico de grandes cidades

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Viagens ficam muito mais interessantes quando conseguimos fugir dos roteiros e pontos turísticos. O jornal espanhol El País criou uma lista com dez bairros pouco conhecidos pelos turistas em dez grandes cidades, para quem quer conhecer o lado mais autêntico, surpreendente ou criativo de lugares como Paris, Londres ou Tóquio. Confira a seguir.

NoHo, em Hong Kong, é um bairro que vale a visita
NoHo, em Hong Kong, é um bairro que vale a visita
Foto: eerkmans / Divulgação

Belleville, Paris: situado na segunda colina mais alta de Paris, Belleville tem belas vistas sobre a cidade sem o ambiente excessivamente turístico de Montmartre. O bairro eclético situado no nordeste da cidade é uma área multicultural com restaurantes argelinos, chineses, portugueses e franceses. Situado sobre a colina, o  Parque de Belleville é um lindo local para fazer um piquenique em dias agradáveis na capital francesa.

Koreatown, Toronto, Canadá: extremamente cosmopolita, Toronto tem diferentes bairros étnicos que permitem “viajar” pelo mundo sem sair da cidade. Um dos mais autênticos é o bairro coreano, conhecido como Koreatown, perto de Bloor Street. O roteiro deve incluir restaurantes com pratos tradicionais, como chobab e kimchi e o PAT Central Market, com legumes, produtos e petiscos típicos. Bares de karaokê conhecidos como “noraebang” mostram o verdadeiro ambiente de uma noite coreana. O melhor momento para visitar o bairro é na primeira semana de junho, quando é celebrado o Festival Dano, com apresentações de danças, música e artes marciais.

Naka-Meguro, Tóquio, Japão: situado sobre as margens do rio Meguro, o bairro de Naka-Meguro já sofreu bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial, e tem hoje em suas ruas cafés e lojas de moda. Após anos de decadência, o bairro foi tomado por jovens boêmios recém-formados que buscam aluguéis baratos e aproveitam suas galerias de arte e lojas vintage. O local é ideal para conhecer os restaurantes frequentados pelos habitantes da cidade, fora de circuitos turísticos, como o Kushiwakamaru, especializado em yakitori.

Waitakere, Auckland, Nova Zelândia: a vinte minutos do centro de Auckland, Waitakere tem pouco a ver com o restante da cidade neozelandesa. O local reúne o melhor do país, de forma totalmente relaxada, com praias de areia branca perfeita para surfar, vegetação intocada, colinas que permitem praticar trilhas e pequenas adegas para provar vinhos. No último final de semana de cada mês, o mercado de arte de Titirangi é um passeio agradável recomendado para quem passa pelo bairro.

Williamsburg, Nova York, Estados Unidos: bairro descolado do Brooklyn, Williamsburg vê em suas ruas a convivência entre hipsters e alternativos moderninhos nova-iorquinos com comunidades variadas e a presença de porto-riquenhos, italianos  e judeus. A partir de Manhattan, é possível atravessar a pé a ponte de Williamsburg e explorar as dezenas de galerias de arte, lojas de vinis e restaurantes étnicos. A cervejaria Brooklyn Brewery prepara ótimas cervejas artesanais, e para passeios com crianças, o parque de diversões Busch Gardens é fortemente recomendado.

Crystal Palace, Londres, Inglaterra: a Exposição Universal de Londres de 1851 levou à construção de um grande edifício de vidro erguido em Hyde Park, conhecido como Crystal Palace, e que deu nome ao bairro do leste da cidade. O prédio foi destruído num incêndio anos mais tarde, mas, até hoje, o parque proporciona belos passeios, com vestígios da época como palcos e um labirinto. Em volta do parque, o bairro encanta com cafés aconchegantes, restaurantes, lojas de antiguidades e vistas panorâmicas desde Westow Hill.

Boedo, Buenos Aires, Argentina: os shows de tango mais turísticos de Buenos Aires são os de La Boca e de San Telmo. Para espetáculos mais autênticos, o lugar indicado é o bairro de Boedo, área na qual se reuniam intelectuais e artistas de tango nos anos vinte. Os passeios incluem casinhas tradicionais de mais de um século, e cafés que são verdadeiros marcos históricos da Cidae como Las Violetas, de 1884, com belas janelas coloridas, e shows e aulas de tango em casas como Boedo Tango Resto.  

Observatory, Cidade do Cabo, África do Sul: durante a época do vergonhoso apartheid que marcou a história da África do Sul, Observatory era um dos raros bairros onde brancos e negros conviviam tranquilamente em bares e cafés. Hoje, o bairro jovem é ponto de encontro de jovens estudantes e artistas, com muros decorados com grafites. No Observatório Astronômico que dá o nome ao bairro, conhecido carinhosamente como “Obz”, é possível avistar o céu desde os poderosos telescópios dois sábados por mês.

Balmain, Sidney, Austrália: situado a 10 minutos de balsa desde o pier de Circular Quay, embaixo do Harbour Bridge, o bairro de Balmain está afastado do ambiente do centro de Sidney e tem uma forte identidade própria. Com mansões georgianas e casinhas, Balmain é um dos bairros periféricos mais antigos da cidade, e conta hoje com modernos cafés e galerias de arte. As feiras de sábado ao lado da igreja de Saint Andrew oferecem desde alimentos asiáticos a velas e outros objetos e lembrancinhas.

NoHo, Hong Kong: o bairro de NoHo encontra-se ao norte de Hollywood Road, atrás dos enormes arranha-céus da ilha de Hong Kong e se estende em volta de Gough Street. Esta área mantém ares tradicionais com alguns toques de modernidade. Em NoHo, os visitantes encontram lojas de calçados, joalherias, galerias de arte e bons restaurantes, muitos deles com terraços a céu aberto.

Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação Andrés Bruzzone Comunicação
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