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Turismo

Pôr do sol é experiência única na Chapada das Mesas

O Paraíso das Águas fica no sul do Maranhão [...]

14 jan 2026 - 11h43
(atualizado às 13h01)
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Do centro de Carolina, cidade que serve de base para a Chapada das Mesas, partem os barcos rápidos para um dos cenários mais impressionantes desse destino no sudoeste do Maranhão.

A viagem pelo Rio Tocantins, considerado o segundo maior curso d'água em terras brasileiras, segue sem novidades, com mangues e florestas alagadas em suas margens, até a Pedra Encantada, cujo nome dispensa explicações.

Mas a 22 km de Carolina, rio adentro, uma formação natural de oito metros de altura desponta em uma área de alagamento do Tocantins, que surgiu com a construção de uma hidrelétrica.

Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

Foi-se o curso natural do rio, mas ficou uma imensa piscina, entre platôs e florestas, sob um dos pontos mais lindos dessa chapada para observação do pôr do sol.

E se você achava que já tinha visto tudo em terras brasileiras é porque ainda falta desembarcar em um dos endereços mais exclusivos desse Brasil interior de águas abundantes e cenários brutos.

Conheça a Pedra Encantada

Próximo da fronteira com o estado do Tocantins, a Chapada das Mesas é uma extensa área protegida, onde emergem 400 nascentes, correm 22 rios perenes e caem cerca de 89 cachoeiras, entre tantas outras quedas d'água ainda não catalogadas ou abertas ao público.

Não à toa, é conhecida também como Paraíso das Águas, um roteiro formado por 10 municípios, entre eles, Imperatriz e Riachão.

Mas a porta de entrada é a pacata Carolina, cidade com pouco mais de 24 mil habitantes e principal base para quem visita a Chapada das Mesas.

Falta gente, mas sobram atrativos naturais.

Pedra Encantada
Pedra Encantada
Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

O maior deles é o Parque Nacional da Chapada das Mesas, cujo nome é uma referência aos planaltos de cume em forma de mesa que brotam em imensos campos verdes a perder de vista.

O parque tem duas atrações principais, oficialmente abertas ao público: a Cachoeira do Prata e a de São Romão.

A primeira é um conjunto de quedas que chegam a até 18 metros, onde é possível nadar em alguns pontos do rio Farinha.

Já a vizinha São Romão é uma das imagens mais impactantes de toda a Chapada das Mesas. Essa queda de 25 metros de altura pode ser vista do alto, por trás de seu véu ou de frente, cujo rio forma uma imensa piscina para banhos ou prática de esportes náuticos, como caiaque.

VEJA VÍDEO

Criada em 2005, a Chapada das Mesas é uma área de 160 mil hectares, aproximadamente, que veem o encontro de três biomas brasileiros, em uma área de transição entre o cerrado, caatinga e, quem diria, a Amazônia.

É como caminhar, ao mesmo tempo, entre paredões areníticos milenares que se elevam sobre uma savana brasileira que flerta com florestas amazônicas.

Viagem em Pauta
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