Treino de core: por que corredores não podem ignorar
Fortalecer o core melhora desempenho, postura e previne lesões
O core é o motor da corrida
O treino de core é essencial para quem corre regularmente. Essa região — que inclui abdômen, lombar, glúteos e quadris — funciona como base de força e estabilidade.
Quando bem fortalecida, melhora postura, reduz oscilações na passada e distribui melhor impactos nas articulações. Sem ele, dores lombares, desequilíbrios musculares e quedas de desempenho ficam mais comuns.
Muitos corredores focam apenas nas pernas, mas ignorar o core compromete a biomecânica e aumenta o risco de lesões.
Como incluir o treino de core na sua rotina
Exercícios simples podem ser incorporados de 2 a 3 vezes por semana, antes ou depois da corrida. Entre os mais eficazes estão pranchas, ponte de glúteos, abdominais dinâmicos e rotações de tronco.
Combinar com alongamentos e mobilidade garante que os músculos trabalhem de forma funcional, prevenindo sobrecargas e melhorando a eficiência da passada.
Um core forte permite correr mais rápido e por mais tempo com menos esforço.
Cuidados para treinar com segurança
A técnica correta é fundamental. Execução errada pode gerar tensão na lombar e quadris. Progrida gradualmente, aumentando intensidade e duração conforme seu corpo se adapta.
Corredores com core fortalecido apresentam menos dores nas costas e joelhos e maior controle de equilíbrio, especialmente em terrenos irregulares.
Um core ativo mantém braços e pernas coordenados e a corrida eficiente.
Benefícios a longo prazo
Investir no treino de core garante melhor desempenho e prevenção de lesões. Com constância, mesmo poucos minutos por sessão fazem diferença.
A prática regular fortalece músculos centrais, melhora postura, absorve impactos e ajuda a evoluir nos treinos de forma segura, tornando a corrida mais eficiente e prazerosa.
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