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Terapeuta explica os impactos dos traumas emocionais no corpo

No lançamento de Monica DiCristina, a autora revela como dores não reconhecidas podem se manifestar fisicamente. O livro "Toda Dor Tem Nome" é um guia para que o leitor aprenda a nomear suas experiências e, assim, iniciar um processo de cura

11 ago 2025 - 14h18
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O livro "Toda Dor Tem Nome", da terapeuta Monica DiCristina, chega às livrarias para lançar luz sobre um tema complexo e, muitas vezes, ignorado: o impacto de traumas emocionais e dores não processadas na vida e no corpo. A obra, fruto de mais de 15 anos de experiência clínica e vivência pessoal da autora, é um convite para que o leitor olhe para dentro de si e comece a identificar as experiências que, mesmo sem uma "etiqueta", continuam a moldar comportamentos e reações.

Terapeuta explica como identificar traumas emocionais
Terapeuta explica como identificar traumas emocionais
Foto: depositphotos.com / AndrewLozovyi / Bons Fluidos

A premissa central de DiCristina é que muitas das nossas dificuldades — como lutos não resolvidos, ansiedade crônica ou a dificuldade em estabelecer limites — não são falhas de caráter, mas sim reflexos de traumas não validados. Sem um nome, essas dores se entrelaçam com a identidade, alterando a percepção que temos de nós mesmos e do mundo. A terapeuta explica que, na ausência de uma compreensão emocional, o corpo reage. O sofrimento psíquico, quando não reconhecido, se manifesta em forma de dores crônicas, fadiga e doenças psicossomáticas, provando que o corpo é o guardião de memórias que a mente ainda não conseguiu processar.

Traumas emocionais e cura

Ao longo de suas páginas, o livro da editora Latitude guia o leitor em um percurso de autoconhecimento. A autora oferece uma variedade de recursos e técnicas práticas, como exercícios de respiração, escrita reflexiva e regulação emocional. Assim, cada pessoa pode desenvolver uma escuta ativa de si mesma. Além disso, o objetivo é reconhecer os padrões comportamentais, as crenças limitantes enraizadas na infância e as estratégias de sobrevivência. Embora tenham sido úteis em um passado, hoje impedem o crescimento.

O livro mostra que ao dar um nome à dor, é possível criar uma separação saudável entre a experiência vivida e o próprio ser. Essa distinção, segundo a autora, é o passo fundamental para assumir o controle da própria história. Assim, é possível ter a chance de reescrevê-la de uma forma mais consciente e plena. Por fim, longe de simplificar a complexidade do sofrimento, a obra oferece um caminho para a elaboração interna e para uma cura real e duradoura.

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