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Eles falam o que faz brochar entre quatro paredes

Frieza, falta de higiene, insegurança e excesso de álcool estão na lista de motivos citados pelos entrevistados do Terra

7 fev 2014 - 08h21
(atualizado às 08h21)
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Mau hálito, embriaguez, falta de higiene, troca de nome e palavras mal colocadas estão na lista de motivos
Mau hálito, embriaguez, falta de higiene, troca de nome e palavras mal colocadas estão na lista de motivos
Foto: Getty Images

Para alguns homens, só imaginar falhar com uma mulher quando o clima já está "pegando fogo" é um pesadelo. No entanto, segundo dados do Departamento de Sexualidade Humana da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 50% dos brasileiros entre 40 e 80 anos sofrem de disfunção erétil. De acordo com o Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex), as taxas de incidência chegam a 45% nos homens acima de 18 anos. Mas, não é uma falha que caracteriza o problema e diversos fatores podem interferir na ereção. Frieza, falta de higiene, insegurança e excesso de álcool estão na lista de motivos citados pelos entrevistados.

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O estudante de engenharia Leonardo, por exemplo, afirmou que o clima esfria se a mulher não estiver cheirosa, estiver com mau hálito, usar palavras muito vulgares ou “falar com voz de bebezinho”. Tudo que é forçado, não combina com sexo, segundo ele. O estudante de enfermagem Yan disse que a sensualidade deve ser natural e “tentar imitar um filme pornô” o faria brochar. Por outro lado, Yan confessou que as palavras “bonitinhas”, “românticas” e “carinhosas” tampouco devem entrar na relação sexual. “Já brochei uma vez que a mulher começou a falar demais durante o sexo”, relatou. “O ‘fala que me ama’ acaba com tudo”, acrescentou. 

Para o editor de vídeo Fábio, é preciso saber com qual tipo de homem a mulher está lidando. Segundo ele, homens que gostam de ouvir “sacanagens” podem falhar ao ouvir a parceira se declarar, já o tipo mais romântico pode não gostar de um “me pega gostoso”. “No sexo vale tudo, tem horas que é mais carinhoso e outras nem tanto, vai do sexto sentido da mulher identificar e separar os momentos”, opinou.

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O gerente de loja Raul já esteve duas vezes na situação. “Em uma delas, eu havia acabado de terminar meu casamento e era estranho estar com outra mulher em um momento de crise e separação, na outra a mulher não estava muito limpa”, contou. Além do excesso de álcool que, segundo Raul, é como um anestesiante para qualquer homem, ser chamado por outro nome seria fatal para a noite a dois. Fábio acrescentou ainda “falar do ex-namorado, estar de mau humor e demonstrar falta de interesse e prazer em relação ao que está acontecendo”.

Calcinha bege, a vilã

Quem nunca ouviu um homem expressar a aversão às calcinhas beges ou grandes e até as denominarem como a “lingerie da vovó”. Para Leonardo, “homem não brocha com roupas ou calcinhas feias”, mas a opinião dele não é unânime. Fábio, por exemplo, acredita que um homem mais “safado” pode se desapontar ao encontrar a mulher com uma calçola cor da pele. Yan e Raul confessaram que o traje acabaria com o clima entre quatro paredes. Talvez no caso de um homem romântico, a calcinha não fosse o fim do mundo, considerou Fábio. 

Dicas dos homens

Para a mulher que não deseja passar pela situação, que pode ser bastante constrangedora, é importante conhecer o que o parceiro gosta e espera da relação, ser gentil, atenciosa e interessada no sexo. “Procurar saber os tipos de roupas que ele gosta que a mulher vista, sempre atenta ao limite entre vulgar e sexy”, disse. 

Ser ela mesma, sem interpretar um personagem na cama, é tudo o que o homem quer, na opinião de Yan e Leonardo. Caso aconteça de o parceiro falhar na hora do sexo, Raul afirmou que quanto mais martírio, pior. “O jeito é relaxar, tirar o foco, abrir uma bebida, começar um papo, deixar a conversa fluir de novo e, quem sabe, tentar sexo oral para esquentar o clima novamente”, recomentou. 

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Fonte: Terra
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