Script = https://s1.trrsf.com/update-1785273314/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

São Paulo confirma 15 casos de sarampo e amplia vacinação preventiva

O estado de São Paulo confirmou novos casos de sarampo em 2026; entenda como ocorre a transmissão

31 jul 2026 - 12h16
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O estado de São Paulo registrou 15 casos de sarampo em 2023, com a confirmação de uma menina não vacinada em Guarulhos. Este é o primeiro caso na cidade desde 2020. O Ministério da Saúde recomenda a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos como medida para conter a reintrodução do vírus. 🛡️💉

O estado de São Paulo voltou a registrar casos de sarampo , reforçando o alerta para a importância da vacinação.

Confira como se proteger do sarampo
Confira como se proteger do sarampo
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

A Secretaria Estadual da Saúde confirmou o  15º caso da doença em 2026 . A paciente é uma menina entre 1 e 2 anos, moradora de Guarulhos, que não havia sido vacinada.

Com a confirmação, o estado soma 15 infecções neste ano : 12 na capital paulista, duas em São Bernardo do Campo e uma em Guarulhos. Este é o primeiro caso registrado em Guarulhos desde 2020.

Assim, o Ministério da Saúde orientou os municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo a ampliar a oferta da vacina contra o sarampo para pessoas de  6 meses a 59 anos , independentemente da situação vacinal, como estratégia para interromper a circulação do vírus e evitar a reintrodução da doença no país.

O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, causada por um vírus que afeta principalmente o sistema respiratório.

A infecção pode atingir pessoas de qualquer idade, mas costuma ser mais grave em crianças pequenas, gestantes e pessoas com o sistema imunológico comprometido.

Antes da ampla vacinação, o sarampo era uma das principais causas de morte infantil em diversos países.

Como acontece um?

O vírus é transmitido pelo ar.

Ele se espalha por meio de gotículas eliminadas quando uma pessoa infectada fala, tosse, espirra ou respira.

Por ser extremamente contagioso, basta o contato próximo com uma pessoa infectada para que a transmissão aconteça.

O vírus também pode permanecer por algum tempo em ambientes externos, aumentando o risco de contágio.

São os dois?

Os primeiros sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após a infecção.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Febre alta.
  • Arremessar.
  • Coriza.
  • Olhos vermelhos e lacrimejantes.
  • Mal-estar.
  • Pequenas manchas brancas na parte interna da boca.

Alguns dias depois, surgem manchas vermelhas na pele, geralmente começando no rosto e se espalhando pelo restante do corpo.

Quais são os riscos de doença?

Embora muitas pessoas se recuperem completamente, o sarampo pode provocar consequências graves.

Entre elas estão:

  • Pneumonia.
  • Otite.
  • Diarreia intensa.
  • Encefalite, que é uma inflamação do cérebro.
  • Internações hospitalares.
  • Em casos raros, morte.

O risco é maior entre crianças pequenas, idosos e pessoas com baixa imunidade.

Como se proteger?

A principal forma de prevenção é a vacinação.

A vacina contra o sarampo faz parte do calendário nacional de imunização e oferece alta proteção contra a doença.

Além da vacinação, outras medidas ajudam a reduzir o risco de transmissão:

  • Evite contato com pessoas doentes.
  • Manter ambientes ventilados.
  • Higienizar as mãos com frequência.
  • Procure atendimento médico ao surgimento de sintomas.

Quem deve tomar a vacina?

Segundo a orientação do Ministério da Saúde diante do cenário atual em São Paulo, os municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo deverão ampliar a vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos , independentemente da situação vacinal.

Quem tem dúvidas sobre o esquema vacinal deve procurar uma unidade de saúde para verificar a necessidade de atualização.

A vacinação continua sendo essencial

O reaparecimento de casos mostra que o sarampo continua sendo uma ameaça quando a cobertura vacinal diminui.

Além de proteger quem recebe a vacina, a imunização ajuda a reduzir a circulação do vírus e protege pessoas que não podem ser vacinadas por motivos médicos.

Manter uma caderneta de vacinação em dia é uma das formas mais eficazes de prevenir surtos e evitar complicações causadas por uma doença que pode ser grave, mas é amplamente prevenível.

Saúde em Dia
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra