São Paulo confirma 15 casos de sarampo e amplia vacinação preventiva
O estado de São Paulo confirmou novos casos de sarampo em 2026; entenda como ocorre a transmissão
O estado de São Paulo registrou 15 casos de sarampo em 2023, com a confirmação de uma menina não vacinada em Guarulhos. Este é o primeiro caso na cidade desde 2020. O Ministério da Saúde recomenda a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos como medida para conter a reintrodução do vírus. 🛡️💉
O estado de São Paulo voltou a registrar casos de sarampo , reforçando o alerta para a importância da vacinação.
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou o 15º caso da doença em 2026 . A paciente é uma menina entre 1 e 2 anos, moradora de Guarulhos, que não havia sido vacinada.
Com a confirmação, o estado soma 15 infecções neste ano : 12 na capital paulista, duas em São Bernardo do Campo e uma em Guarulhos. Este é o primeiro caso registrado em Guarulhos desde 2020.
Assim, o Ministério da Saúde orientou os municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo a ampliar a oferta da vacina contra o sarampo para pessoas de 6 meses a 59 anos , independentemente da situação vacinal, como estratégia para interromper a circulação do vírus e evitar a reintrodução da doença no país.
O que é o sarampo?
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, causada por um vírus que afeta principalmente o sistema respiratório.
A infecção pode atingir pessoas de qualquer idade, mas costuma ser mais grave em crianças pequenas, gestantes e pessoas com o sistema imunológico comprometido.
Antes da ampla vacinação, o sarampo era uma das principais causas de morte infantil em diversos países.
Como acontece um?
O vírus é transmitido pelo ar.
Ele se espalha por meio de gotículas eliminadas quando uma pessoa infectada fala, tosse, espirra ou respira.
Por ser extremamente contagioso, basta o contato próximo com uma pessoa infectada para que a transmissão aconteça.
O vírus também pode permanecer por algum tempo em ambientes externos, aumentando o risco de contágio.
São os dois?
Os primeiros sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após a infecção.
Os sinais mais comuns incluem:
- Febre alta.
- Arremessar.
- Coriza.
- Olhos vermelhos e lacrimejantes.
- Mal-estar.
- Pequenas manchas brancas na parte interna da boca.
Alguns dias depois, surgem manchas vermelhas na pele, geralmente começando no rosto e se espalhando pelo restante do corpo.
Quais são os riscos de doença?
Embora muitas pessoas se recuperem completamente, o sarampo pode provocar consequências graves.
Entre elas estão:
- Pneumonia.
- Otite.
- Diarreia intensa.
- Encefalite, que é uma inflamação do cérebro.
- Internações hospitalares.
- Em casos raros, morte.
O risco é maior entre crianças pequenas, idosos e pessoas com baixa imunidade.
Como se proteger?
A principal forma de prevenção é a vacinação.
A vacina contra o sarampo faz parte do calendário nacional de imunização e oferece alta proteção contra a doença.
Além da vacinação, outras medidas ajudam a reduzir o risco de transmissão:
- Evite contato com pessoas doentes.
- Manter ambientes ventilados.
- Higienizar as mãos com frequência.
- Procure atendimento médico ao surgimento de sintomas.
Quem deve tomar a vacina?
Segundo a orientação do Ministério da Saúde diante do cenário atual em São Paulo, os municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo deverão ampliar a vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos , independentemente da situação vacinal.
Quem tem dúvidas sobre o esquema vacinal deve procurar uma unidade de saúde para verificar a necessidade de atualização.
A vacinação continua sendo essencial
O reaparecimento de casos mostra que o sarampo continua sendo uma ameaça quando a cobertura vacinal diminui.
Além de proteger quem recebe a vacina, a imunização ajuda a reduzir a circulação do vírus e protege pessoas que não podem ser vacinadas por motivos médicos.
Manter uma caderneta de vacinação em dia é uma das formas mais eficazes de prevenir surtos e evitar complicações causadas por uma doença que pode ser grave, mas é amplamente prevenível.
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