Larvas podem limpar feridas melhor que médicos, diz estudo
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Renegadas por todos, as larvas podem estar a um passo de conquistar um lugar no coração da humanidade - ou ao menos de alguns seres humanos. Isso porque, de acordo com o jornal Daily Mail, pesquisadores franceses constataram que essas pequenas criaturas são mais eficientes do que o bisturi ao retirar tecidos mortos de grandes feridas que demoram a cicatrizar.
De acordo com a pesquisa, feita pela Universidade de Caen, na Normandia, além de manterem a ferida limpa, as larvas secretam substâncias bactericidas e que também ajudam a acelerar a cicatrização do tecido vivo. Normalmente observadas em pessoas diabéticas, esse tipo de ferida é tratado com cirurgias que nem sempre surtem efeito.
As larvas utilizadas são da espécie Lucilla sericata, são criadas em laboratório e chegam embaladas ao paciente. Uma vez na ferida, as larvas secretam uma substância que liquefaz o tecido morto, para poder ingeri-lo. Como resultado, o tecido que resta na ferida é apenas o vivo. Os pacientes testados pelos médicos receberam as larvas nas feridas durante duas semanas. Nenhum deles se queixou de dor ou disse ter sentido os movimentos dos animais.
Embora a terapia com larvas já seja autorizada nos Estados Unidos desde 2004 e sua eficácia, comprovada, os médicos afirmam que o paciente precisa ser "psicologicamente forte" para suportar a ideia de ter esses animais rastejantes em um local tão sensível como uma ferida aberta.
Larvas podem ser mais eficientes que médicos para limpar feridas, diz estudo
Frituras: comidas fritas e gordurosas sobrecarregam o estômago e resultam em azia e refluxo ácido. Alimentos ricos em gordura também podem causar um fenômeno chamado esteatorreia, que é o excesso de gordura nas fezes. Pessoas com a síndrome do intestino irritável devem ficar longe destas opções, incluindo manteiga e cremes
Foto: Getty Images
Pimenta: a pimenta pode diminuir a pressão do músculo na parte inferior do esôfago, permitindo que o ácido do estômago volte para o esôfago. Como resultado, você pode sentir azia, provocada pelo refluxo ácido. Este é um problema particularmente sério para quem sofre de azia crônica
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Leite e derivados: o cálcio é importante na dieta diária, e é fácil suprir as doses recomendadas por meio de derivados como queijo e iogurte. Porém, para quem tem intolerância à lactose pode ter sintomas como diarreia, gases, inchaço abdominal e cólicas
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Álcool: o álcool relaxa o corpo, mas também relaxa o esfíncter esofágico, o que pode causar azia e refluxo. O ato de beber também pode inflamar o revestimento do estômago, prejudicando algumas enzimas e impedindo que nutrientes sejam absorvidos
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Frutas vermelhas: as frutas vermelhas como amoras e framboesas fazem bem à saúde, mas algumas delas podem representar um problema para pessoas que têm diverticulite, inflamação geralmente encontrada no intestino grosso
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Chocolate: um estudo do ano de 2005 sugere que o chocolate pode ser problema para quem tem a síndrome do intestino irritável ou constipação crônica. No entanto, os especialistas indicam que nem sempre o chocolate é o vilão por si só. Para quem é alérgico a leite, por exemplo, pode ter problemas devido ao leite contido no chocolate
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Milho: o milho é rico em fibras, mas também contém celulose, um tipo de fibra que o organismo humano não consegue quebrar facilmente, por isso, pode ser um pouco indigesto
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Iogurte: o iogurte contém bactérias saudáveis que repõem a flora intestinal e é um alimento que auxilia no processo digestivo
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Kimchi: o prato tradicional da Coréia é feito com repolho, rabanete ou cebola, com muita pimenta. Os ingredientes principais deste prato promovem o crescimento de bactérias saudáveis
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Carnes e peixes magros:se você for comer carne, escolha frango, peixe ou carnes magras, que são digeridos muito mais facilmente do que um bife suculento. A carne vermelha é mais gordurosa, e, em contrapartida, as carnes magras não aumentam o risco de câncer de cólon
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Grãos integrais: alimentos integrais são boas fontes de fibras, que ajudam a digestão. Eles também ajudam a baixar os níveis de colesterol, mas podem causar inchaço, gases e outros problemas em pessoas que rapidamente aumentam seu consumo. Também não são indicados para pessoas que têm intolerância a glúten
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Bananas: a banana auxilia na restauração da função normal do intestino, especialmente quem tem diarreia. Ela também contribui com muitas fibras para o processo digestivo, além de trazer potássio ao organismo
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Gengibre: pode ser usado para aliviar sintomas como náusea, vômito, enjôos matinais, gazes, perda de apetite e cólicas. No entanto, deve ser consumido com moderação, pois o consumo maior do que quatro gramas por dia pode trazer azia
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Café e chá: bebidas como café e chá relaxam o esôfago, que mantém o ácido estomacal confinado no estômago. Eles também atuam como diuréticos e podem causar diarreia e cólicas. As bebidas que contém cafeína podem ser um problema especialmente para quem tem doença de refluxo gastroesofágico