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Secura vaginal compromete vida sexual, mas é fácil de ser tratada

O problema pode ser causado por excesso de álcool, pouca ingestão de água, período do ciclo menstrual, estresse e menopausa

13 dez 2013 - 16h52
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Metade das mulheres com secura vaginal abrem mão da vida sexual
Metade das mulheres com secura vaginal abrem mão da vida sexual
Foto: Getty Images

O puritanismo e a falta de comunicação têm feito as mulheres sofrerem em silêncio. Uma recente pesquisa descobriu que 5% delas sofrem com secura vaginal, um problema que torna o sexo desconfortável, dolorido e algumas vezes até impossível. Mas, o alarmante é que, deste número, 90% delas sofrem calada e não procuram tratamento. 

Segundo o site inglês Daily Mail, apenas uma ida à farmácia para comprar gel lubrificante poderia facilmente resolver o problema, mas muitas têm vergonha de fazê-lo. Apesar de a sociedade estar saturada de imagens sexuais, as informações reais sobre o assunto ainda são pouco divulgadas e compromete a vida sexual de milhares de pessoas.  

A secura vaginal pode ser diagnosticada em mulheres de qualquer idade e pode ser causada por excesso de consumo de álcool, pouca ingestão de água, período do ciclo menstrual, estresse e menopausa. 

A falta de lubrificação torna a entrada do pênis na vagina difícil e, em níveis extremos, até impossível. Durante o sexo, a situação é comparada a quando o homem não consegue ter ereção. Em ambos os casos, todos se preocupam se deixaram ou não o parcerio excitado o suficiente, muitas vezes, gerando culpa e insegurança.

A pesquisa, que ouviu dois mil adultos, concluiu que 20% das mulheres se sentem depressivas devido à secura vaginal, 25% disseram ser "menos feminina" por causa da condição e quase metade delas parece estar mais "velhas" por isso. Além disso, um em cada 10 homens disse que teve a vida sexual impactada pela doença.

Entre as entrevistadas, 34% delas disseram ter descoberto um buraco no casamento, 50% não fazem sexo de jeito nenhum por isso, 42% experimentaram dor durante a relação sexual, mais de 30% se sentem mal depois da relação e 33% têm uma coceira insistente.

No entanto, mesmo com tratamentos fáceis e baratos disponíveis - lubrificantes que hidratam a vagina durante o sexo e cremes que tratam a secura e aliviam a dor e coceira -, 90% das mulheres nunca conversaram sobre o assunto com familiares, amigas ou médicos. 

<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm">veja o infográfico</a>
Fonte: Terra
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