Um novo estudo japonês promete agradar os apreciadores de cerveja. A pesquisa, conduzida na Sapporo Medical University, mostra que o humulone, um componente químico encontrado no lúpulo da bebida, é efetivo contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e tem efeito antiinflamatório. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Estudo indica que componente presente na cerveja tem ação antiinflamatória
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O pesquisador Jun Fuchimoto disse que este vírus pode causar pneumonias graves e dificuldades respiratórias para bebês e crianças. “Não existem vacinas disponíveis para conter isso”, acrescentou.
Com evidência maior durante o invenro, o VSR pode causar sintomas semelhantes aos de uma gripe comum em adultos. Agora, a empresa japonesa Sapporo Breweries espera criar alimentos e bebidas não-alcoolicas contendo o componente, para que as crianças também possam ingerir.
Essa não é a primeira vez que os benefícios à saúde trazidos pela cerveja são enumerados. Em novembro, Alexis Nasard, diretor comercial da Heineken, anunciou que a cerveja não só é natural como muito saudável. Em entrevista à CNBC, ele acrescentou que a cerveja tem menos calorias do que muitas outras coisas, como um copo de leite.
Além disso, estudos anteriores sugerem que tomar cerveja pode ajudar a construir ossos mais fortes graças à alta quantidade de silício presente. O mineral é importante também para prevenir a osteoporose.
Os especialistas ressaltam que, embora a cerveja consumida moderadamente possa trazer alguns benefícios, em excesso contribui para o aumento de peso, a desisdratação e uma infinidade de outros perigos físicos e sociais.
Perigo: quando você está estressado, o corpo tem uma resposta para protegê-lo. Se você está em perigo, o hipotálamo do cérebro envia gatilhos químicos para os nervos e as glândulas suprarrenais, que ficam em cima de cada rim. Essas glândulas liberam hormônios como o cortisol, que aumentam a pressão arterial e o açúcar no sangue. O processo, claro, pode prejudicar a saúde se acontecer com frequência
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Compulsão: estudos têm relacionado o cortisol, hormônio liberado em períodos de estresse, à vontade de comer açúcar e gordura. Os cientistas acreditam que a substância se liga aos receptores que controlam a ingestão de alimentos no cérebro. Portanto, se você costuma descontar o estresse na comida, deixe lanches saudáveis e frutas sempre por perto
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Armazenamento de gordura: você pode claramente relacionar o estresse ao ganho de peso, afirma Philip Hagen, professor de medicina na Mayo Clinic, em Minnesota, Estados Unidos. Isso porque, além da má alimentação durante os períodos de estresse, o cortisol também aumenta a quantidade de tecido adiposo, ou seja, aumenta as células de gordura. Níveis mais altos de cortisol foram relacionados ao excesso de gordura abdominal
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Coração: a relação entre o estresse e problemas no coração ainda é incerta, mas um estudo recente na Europa descobriu que pessoas que têm trabalhos estressantes são 23% mais propensas a ter um primeiro ataque cardíaco que as demais
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Insônia: estresse pode causar hiperatividade, que prejudica o sono. Um período longo de estresse também pode causar insônia e contribuir para distúrbios do sono. Nesses casos, o indicado é fazer ioga ou optar por atividades relaxantes
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Dores de cabeça: a adrenalina e o cortisol podem causar alterações vasculares que deixam você com dor de cabeça e enxaqueca. O estresse também deixa os músculos tensos, o que pode piorar ainda mais essas dores
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Memória: excesso de cortisol no organismo pode prejudicar a capacidade do cérebro de guardar memórias. Durante o estresse agudo, o hormônio também interfere em neurotransmissores, substâncias que as células cerebrais usam para se comunicar
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