Comer peixes e tomar sol diminui em 10% as chances de depressão
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Crianças com níveis baixos de vitamina D são mais propensas a sofrer de depressão, segundo cientistas. Já as que não têm o déficit têm 10% de chances a menos de desenvolver o problema. Os resultados vêm de uma pesquisa dirigida pela Universidade de Bristol. As informações são do Daily Mail.
As crianças podem aumentar os níveis de vitamina D comendo peixes e tomando sol. O estudo analisou os níveis de vitamina D de mais de 2.700 crianças quando elas tinham entre 9 e 13 anos. Aquelas com os níveis mais baixos de vitamina D tiveram mais chances de mostrar sinais de depressão.
Crianças com níveis mais elevados também foram mais propensas a mostrar um declínio nos sintomas depressivos na adolescência. A vitamina D é produzida principalmente pela ação da luz solar sobre a pele, embora também possa ser encontrada em peixes oleosos, como o atum.
A quantidade de vitamina D é a responsável pela diminuição dos sintomas
Doente e estressado: pode ter o sistema imunológico prejudicado. Isso acaba com a energia e suprime os hormônios da satisfação do apetite, tornando a perda de peso particularmente difícil. Reduza o consumo de açúcar e aumente a ingestão de alimentos ricos em vitamina C, vitamina E, betacaroteno. Prefira corrida branda ou caminhada
Foto: Getty Images
Desmotivado e estressado: não se culpe pela falta de força de vontade. O estresse esgotou os hormônios de bem-estar. Baixos níveis estão ligados à depressão e torna o paciente sucetível a comer 'besteiras'. Tome suplemento de ômega 3, coma proteínas, reponha as bactérias probióticas do intestino e corte o açúcar. Faça exercícios ao ar livre
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Cansado e estressado: quem tem o tipo de estresse "ligado" pode facilmente chegar ao tipo "cansado". O resultado são falhas que o deixam incapaz de funcionar sem açucar e estimulantes. Deixe de lado açúcar, café, álcool e cigarros. Hidrate-se com a ingestão de frutas e vegetais. Faça atividade física para reduzir os hormônios do estresse.
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Ligado e estressado: é um dos tipos mais comuns de estresse e é particularmente prejudicial em longo prazo, porque desgasta a pessoa física e mentalmente. As glândulas adrenais (que controlam muitos hormônios do estresse) estão em sobrecarga, provocando aumento de apetite. Ingira proteínas, gorduras saudáveis e vegetais. Evite atividades competitivas
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Hormonal e estressado: esse tipo de estresse afeta as mulheres por conta da instabilidade hormonal e costuma levar ao ganho de peso na parte inferior, como quadril e coxas. Reduza o consumo de álcool, carne, ovos e laticínios, que tendem a perturbar o equilíbrio hormonal. Coma soja fermentada e muita fibra. Exercite-se diariamente
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Frio e estressado: têm sinais de que o estresse está atrapalhando a glândula tiroide (que controla o metabolismo). Saboreie menos açúcar e carboidratos refinados. Corte álcool e café. Não economize tempo com exercícios
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Inchado e estressado: é aquele cujos problemas são causados pela insuficiência de bactérias benéficas no intestino, provocando desejo por açúcar, ganho de peso e incômodos digestivos. Aumente a ingestão de prebióticos naturais, que ajudam a promover as boas bactérias. Reduza açúcares, álcool e cafeína. Coma devagar e mastigue bem