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Calo no pé: por que aparece, como tratar com segurança e o que fazer para evitar o problema

Calo nos pés: descubra causas, tratamentos eficazes, dicas de prevenção e quando procurar um especialista para aliviar a dor

3 fev 2026 - 11h31
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O aparecimento de calos nos pés costuma indicar que alguma área está sofrendo pressão ou atrito em excesso. Esse espessamento da pele funciona como uma espécie de defesa natural do corpo, mas pode causar desconforto ao caminhar e até dificultar o uso de alguns calçados. Entender por que o calo surgiu e como reduzir essa sobrecarga é essencial para tratar o problema de maneira segura.

Em 2025, ainda é comum que pessoas de diferentes idades convivam com calos por uso de sapatos apertados, longos períodos em pé ou prática de atividades físicas sem o cuidado adequado com os pés. O tratamento costuma envolver mudanças simples na rotina, uso de produtos específicos e, em alguns casos, acompanhamento com profissional especializado, como o podólogo ou o médico dermatologista.

O que é um calo no pé e por que ele aparece?

O calo no pé, também conhecido como hiperqueratose, é uma área de pele mais grossa, endurecida e, às vezes, amarelada. Ele se forma em regiões de maior pressão, como a sola, o calcanhar, a lateral dos dedos ou a parte de cima dos dedos, quando roçam no calçado. Em muitos casos, está relacionado a sapatos apertados, salto alto, costuras internas ou meias inadequadas.

Além do tipo de calçado, o formato do pé também pode favorecer o surgimento de calos. Pés com joanete, dedos em garra, desvio de alinhamento ou diferença no comprimento das pernas podem gerar pontos de apoio irregulares, aumentando o atrito em determinadas áreas. Pessoas que caminham muito, correm ou ficam muitas horas em pé tendem a ter mais calos, principalmente se não usam um calçado adequado à atividade.

Cortar o calo em casa com lâminas ou objetos pontiagudos aumenta o risco de ferimentos e infecções – depositphotos.com / roblan
Cortar o calo em casa com lâminas ou objetos pontiagudos aumenta o risco de ferimentos e infecções – depositphotos.com / roblan
Foto: Giro 10

Como tratar calo no pé de forma segura?

O tratamento do calo no pé começa pela redução da pressão sobre a região afetada. Em geral, a primeira medida é trocar o calçado por modelos mais confortáveis, com espaço suficiente para os dedos, sola macia e bom amortecimento. O uso de palmilhas ou protetores de silicone também ajuda a redistribuir o peso e a aliviar o atrito, reduzindo o estímulo que mantém o calo.

A hidratação diária é outro ponto importante. Cremes específicos para pés, com ureia em concentrações adequadas, auxiliam a amolecer a pele espessa e facilitam a eliminação gradual do calo. A orientação mais utilizada inclui:

  • Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos.
  • Aplicar creme hidratante, dando atenção especial às áreas mais endurecidas.
  • Usar lixa própria para pés apenas após orientação profissional, sem excesso de força.
  • Evitar cortar o calo com lâminas ou objetos pontiagudos, para não causar ferimentos.

Em situações de maior incômodo, o podólogo pode fazer a remoção controlada da camada espessa de pele, reduzindo o volume do calo sem machucar o tecido saudável. Caso o calo seja muito doloroso, apresente alterações de cor, rachaduras profundas ou sinais de infecção, a avaliação médica é indicada para afastar outras condições, como verrugas plantares ou problemas circulatórios.

Quais cuidados ajudam a aliviar e prevenir calos nos pés?

A prevenção do calo nos pés passa pela adoção de hábitos diários simples, focados em diminuir o atrito e manter a pele saudável. Ao escolher calçados, é recomendável priorizar modelos com boa forma interna, sem costuras grossas, com material flexível e que respeitem o formato do pé. Sempre que possível, é preferível alternar os pares ao longo da semana, evitando que um único sapato concentre todo o desgaste.

  1. Ajuste do calçado: evitar sapatos muito apertados ou largos demais, já que ambos favorecem o atrito.
  2. Uso de meias adequadas: meias de algodão ou com tecnologia que reduz o atrito ajudam a proteger a pele.
  3. Higiene diária: manter os pés limpos e bem secos diminui o risco de fissuras e infecções.
  4. Hidratação regular: aplicar creme para pés à noite, massageando as áreas de maior pressão.
  5. Atenção ao modo de caminhar: se houver dor constante ou desgaste anormal de calçados, uma avaliação com ortopedista ou fisioterapeuta pode identificar alterações na pisada.

Pessoas com diabetes, problemas circulatórios ou neuropatias precisam de cuidado redobrado com calos. Nesses casos, qualquer tentativa de remoção caseira, com tesoura, lâmina ou produtos muito agressivos, aumenta o risco de feridas de difícil cicatrização. A recomendação mais segura é procurar atendimento especializado com regularidade, para monitorar a saúde dos pés e tratar calos e rachaduras de forma adequada.

O cuidado começa com medidas simples: trocar o calçado, hidratar os pés diariamente e reduzir a fricção com palmilhas ou protetores – depositphotos.com / Hriana
O cuidado começa com medidas simples: trocar o calçado, hidratar os pés diariamente e reduzir a fricção com palmilhas ou protetores – depositphotos.com / Hriana
Foto: Giro 10

Quando o calo no pé exige ajuda profissional?

Embora muitos calos melhorem com ajustes no calçado e hidratação, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação por podólogo ou médico. Entre eles, destacam-se dor intensa ao caminhar, sangramento, fissuras profundas, mudança brusca de cor da pele, presença de secreção ou odor forte. Também merece atenção o calo que reaparece com frequência no mesmo local, mesmo após mudanças nos hábitos.

Em consultório, o profissional pode analisar se se trata de um calo simples ou se há outras alterações associadas, como deformidades ósseas ou alterações na marcha. Dependendo do caso, podem ser recomendadas palmilhas personalizadas, fisioterapia, ajustes de calçados ou, em situações específicas, procedimentos ortopédicos. O objetivo é não apenas reduzir o calo visível, mas diminuir a causa mecânica que leva ao excesso de pressão naquela região.

Com cuidados diários, escolha adequada de sapatos e, quando necessário, apoio profissional, o calo nos pés tende a se tornar menos frequente e menos incômodo. A atenção constante aos sinais emitidos pelos pés costuma ser a forma mais eficiente de evitar que um desconforto localizado se transforme em problema maior.

Giro 10
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