Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Bandagens e fitas aliviam a dor sem medicamentos

16 mai 2010 - 15h33
Compartilhar

Para você, dor no corpo é sinônimo de necessidade de ingerir analgésicos? Pois saiba que algumas técnicas baseadas em colar na pele bandagens ou fitas sem medicamentos prometem aliviar o incômodo. Entre elas estão a bandagem elástica terapêutica e o spiral taping.

» Veja as fotos
» Siga Vida e Estilo no Twitter

» vc repórter: mande fotos e notícias

» Chat: tecle sobre a notícia

A primeira dúvida que costuma surgir na cabeça é como conseguiriam tal feito. "A bandagem vai estimulando as terminações nervosas da pele. O estímulo vai até o cérebro, que envia um estímulo de volta para melhorar a situação", disse o fisioterapeuta Nelson Morini Júnior, sócio da clínica Reactive, de São Paulo, e presidente da Therapy Taping Association.

A bandagem elástica terapêutica, com cola hipoalergênica, pode ser usada para fraqueza ou tensão muscular, problema de postura, correção de articulações, dores de forma geral. Na área de estética facial, busca ampliar o tônus da pele. Quem passou por uma cirurgia plástica, por exemplo, tem a técnica como aliada ao drenar o edema (inchaço) e colaborar com o processo de cicatrização.

Segundo Morini, normalmente a bandagem é aplicada no local da lesão. Em determinadas situações, ao redor dela, como quando há feridas. "Se tem hérnia de disco, coloca a bandagem na coluna lombar e no trajeto da dor." Sua elasticidade imita a da pele. "Se fosse rígida, ia diminuir o movimento e o estímulo seria bem pequeno." Não é recomendada às pessoas com alergia cutânea.

Pode-se permanecer com o produto na pele por até cinco dias seguidos. E a quantidade de trocas depende da intensidade do problema. Morini enfatizou que a técnica é curativa quando a lesão é simples. Caso seja mais grave, se torna complementar ao tratamento.

Nem pense em comprar bandagens e espalhá-las pelos pontos de dor. Devem ser aplicadas por um profissional treinado. "Se esticar demais o produto, pode causar até lesão na pele."

Spiral Taping

O spiral taping, por sua vez, consiste na colagem terapêutica de fitas adesivas sem elasticidade. "Poderia usar até um esparadrapo comum, mas investimos na fita específica que vem do Japão por conta da facilidade de corte e da cola hipoalergênica", afirmou Alberto Ino, professor de spiral taping da Escola Oriental de Massagem e Acupuntura (Eoma), de São Paulo.

A técnica japonesa é uma alternativa a quem tem medo das agulhas de acupuntura. Isso porque também acredita que estimular determinados pontos pode melhorar o fluxo de energia corporal. "Às vezes, a fita não é colocada no local da dor, pode ser até em um ponto oposto."

O procedimento oriental busca aliviar dores, contraturas, distensões, processos inflamatórios, mobilidade, além de promover relaxamento de tensões musculares. Recomenda-se ficar de três a quatro dias com a fita, mas há casos em que a pessoa permanece com ela por até uma semana.

O spiral taping tem a meta de redução imediata do incômodo. Dores agudas geralmente pedem de cinco a seis sessões. O tratamento de problemas crônicos, como tendinite, se estende por mais tempo.

A proposta oriental é contraindicada aos idosos com pele muito ressecada, bebês (pele sensível) e pacientes com alergia na pele. "Grávidas podem até usar, mas, conforme o embrião vai se desenvolvendo, adquire energia própria, que tende a interferir na da mãe. Assim, a mulher apresenta melhora no momento da aplicação e volta a sentir dor horas depois."

Fonte: Especial para Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra