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Sabrina Sato abre o jogo sobre TDAH: 'Trouxe respostas para muitas questões'

Ao compartilhar sua experiência com o diagnóstico, a apresentadora reforça que o acesso à informação de qualidade e o acolhimento são fundamentais para quem convive com o transtorno

17 jul 2026 - 19h10
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Receber um diagnóstico pode representar muito mais do que descobrir o nome de uma condição. Para Sabrina Sato, foi o início de um processo de autoconhecimento. Diagnosticada com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), a apresentadora passou a compartilhar sua experiência para incentivar conversas mais abertas sobre o tema e ajudar a combater preconceitos.

Sabrina Sato falou sobre como o diagnóstico de TDAH transformou sua vida e explicou como isso pode ajudar a reduzir estigmas
Sabrina Sato falou sobre como o diagnóstico de TDAH transformou sua vida e explicou como isso pode ajudar a reduzir estigmas
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

Ao integrar uma campanha de conscientização sobre o transtorno, Sabrina destaca que compreender o próprio funcionamento fez diferença em sua vida e reforça a importância de buscar informação de qualidade e acompanhamento profissional.

Diagnóstico ajudou a compreender a própria trajetória

Segundo a apresentadora, descobrir que tinha TDAH respondeu a dúvidas que a acompanhavam há anos e permitiu enxergar diferentes aspectos da própria personalidade sob uma nova perspectiva.

"Receber o diagnóstico de TDAH me trouxe respostas para muitas questões que fizeram parte da minha vida. Entender melhor o transtorno foi um passo importante na minha jornada de autoconhecimento. Acredito que informação de qualidade é fundamental para que mais pessoas possam compreender o tema sem julgamentos e buscar orientação adequada quando necessário. Tenho muito orgulho de participar de uma iniciativa que amplia esse diálogo", afirmou.

Ao tornar pública sua experiência, Sabrina também ajuda a dar visibilidade a um transtorno que afeta milhões de pessoas e reforça que o diagnóstico não limita capacidades, talentos ou possibilidades de realização.

O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento que interfere na atenção, na impulsividade e, em muitos casos, na hiperatividade. Embora os primeiros sinais costumem aparecer ainda na infância, eles podem persistir na adolescência e na vida adulta, variando de intensidade de uma pessoa para outra.

Por isso, especialistas ressaltam que o diagnóstico deve ser feito por profissionais habilitados, como neurologistas, psiquiatras, neuropediatras ou psiquiatras infantis, no caso das crianças. A avaliação considera diversos fatores e não pode ser baseada apenas em sintomas isolados.

Quais são os principais sinais?

Os sintomas do TDAH podem se manifestar de formas diferentes, mas alguns comportamentos são bastante frequentes. Entre eles, estão:

  • Dificuldade para prestar atenção aos detalhes e cometer erros por distração;
  • Dificuldade para manter o foco em atividades, conversas ou leituras;
  • Tendência a evitar tarefas que exigem concentração prolongada;
  • Parecer não ouvir quando alguém fala diretamente;
  • Esquecer compromissos ou perder objetos com frequência;
  • Falar excessivamente ou interromper outras pessoas durante uma conversa;
  • Dificuldade para esperar a própria vez em filas, jogos ou outras situações;
  • Sensação constante de inquietação, como se estivesse "com o motor ligado".

Vale lembrar que apresentar um ou outro desses comportamentos ocasionalmente não significa, por si só, que uma pessoa tenha TDAH. O diagnóstico depende de uma avaliação clínica cuidadosa, considerando a frequência dos sintomas, sua intensidade e o impacto na rotina.

Informação ajuda a reduzir preconceitos

Nos últimos anos, o TDAH passou a ser discutido com mais frequência, especialmente por pessoas públicas que decidiram compartilhar suas experiências. Esse movimento tem contribuído para ampliar o acesso à informação e reduzir estigmas em torno da condição.

Ao falar sobre sua própria trajetória, Sabrina Sato reforça uma mensagem importante: compreender o transtorno é um passo para promover acolhimento, incentivar a busca por ajuda quando necessário e lembrar que o diagnóstico não define quem uma pessoa é, nem aquilo que ela pode conquistar.

*Fonte: Index

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