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Quando oferecer vegetais aos filhos? Estudo revela o momento ideal

Pesquisadores analisaram as reações de bebês aos alimentos em três fases diferentes e descobriram o período em que há menor risco de rejeição

15 mai 2026 - 07h21
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Introduzir vegetais na dieta das crianças costuma ser um desafio para as famílias. Muitas recorrem até a truques, como "escondê-los" no arroz ou na carne moída. Um novo estudo da Universidade de Durham, no entanto, aponta que, se incluídos no momento ideal, esse processo pode ser mais fácil, pois o risco de os pequenos rejeitarem os alimentos é consideravelmente menor.

Pesquisadores analisaram as reações de bebês aos vegetais em três fases diferentes e descobriram o período em que há menor risco de rejeição
Pesquisadores analisaram as reações de bebês aos vegetais em três fases diferentes e descobriram o período em que há menor risco de rejeição
Foto: Canva Equipes/ ธนารักษ์ วรการเดชา's Images / Bons Fluidos

Vegetais no cardápio

Para encontrar o período correto, a pesquisa forneceu a um grupo de gestantes cápsulas de pó de couve e, a outro, cápsulas de cenoura. O procedimento se repetiu quando os bebês já tinham três semanas. Em seguida, aos três anos de idade, as crianças consumiram os alimentos. Os especialistas, então, analisaram suas expressões faciais logo após a ingestão e as compararam com as imagens de ultrassom capturadas antes do nascimento.

Dessa forma, descobriram que os pequenos que tiveram contato com a couve ainda na barriga da mãe apresentaram melhor aceitação ao alimento. Por outro lado, rejeitaram até o cheiro da cenoura. O mesmo ocorreu com os filhos do segundo grupo: a cenoura era aceita com facilidade, enquanto a couve os desagradava.

"O que observamos ao longo do tempo é que as crianças continuam a preferir os vegetais aos quais foram expostas enquanto estavam no útero. A partir disso, podemos sugerir que a exposição a um sabor específico no final da gravidez pode resultar em uma memória gustativa ou olfativa duradoura nas crianças, potencialmente moldando suas preferências alimentares anos após o nascimento", afirmou Nadja Reissland, autora principal do estudo, em comunicado.

De acordo com os pesquisadores, apesar de terem analisado uma pequena parcela de famílias e de ainda serem necessários mais estudos para comprovar a relação, as descobertas "abrem novas perspectivas sobre intervenções dietéticas precoces, sugerindo que os sabores da dieta materna durante a gravidez podem influenciar silenciosamente as respostas das crianças aos alimentos anos mais tarde".

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