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Por que tantas mulheres não trocam o DIU por nada?

Ele é um dos métodos preferidos de muitas mulheres, mas existem diferenças entre os tipos e questões que precisam ser consideradas antes dessa escolha.

8 out 2026 - 18h17
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Resumo
O DIU destaca-se como um dos métodos contraceptivos mais eficazes segundo a OMS, registrando menos de uma gravidez a cada 100 mulheres no primeiro ano. Sua alta adesão e a preferência feminina explicam-se pela união de praticidade, longa duração e ação contínua por anos dentro do útero. Por ser reversível e não depender da memória diária da paciente — ao contrário de pílulas e injeções —, o método elimina interferências na rotina, garantindo comodidade e segurança reprodutiva prolongada.
@Shutterstock
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Foto: Minha Vida

Para algumas mulheres, encontrar um método contraceptivo que realmente se encaixe na rotina pode parecer uma questão de tentativa e erro. A pílula exige lembrança diária, a injeção precisa ser reaplicada, já o DIU funciona de outra maneira: depois de inserido no útero, ele continua agindo por anos sem precisar de nenhuma ação da paciente.

Essa combinação de praticidade, alta eficácia e longa duração faz com que algumas mulheres, depois de experimentar o método, não queiram trocá-lo por outro. Mas o que explica essa relação de confiança? E por que, para tantas delas, o DIU acaba se tornando um método que não pretendem abrir mão? É o que explica o VidaCast dessa semana.

A praticidade do DIU na rotina das mulheres

O DIU é um método contraceptivo reversível de longa duração, isso significa que, dependendo do modelo, pode permanecer no útero por vários anos, oferecendo proteção contra a gravidez sem depender da memória da paciente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), tanto o DIU de cobre quanto os hormonais estão entre os métodos contraceptivos mais eficazes, com menos de uma gravidez a cada 100 mulheres no primeiro ano de uso.

Para a ginecologista e obstetra Larissa Cassiano, essa independência em relação à rotina é um dos principais motivos para a alta eficácia.

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