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O que é axilismo? Fetiche citado por Juliano Floss chama atenção

Durante conversas no BBB 26, o influenciador revelou que gosta de cheirar a axila da namorada, um hábito que é conhecido como axilismo; entenda

16 jan 2026 - 14h10
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O influenciador Juliano Floss revelou, durante uma conversa com colegas de confinamento no BBB 26, que gosta de cheirar a axila da namorada, Marina Sena. Na ocasião, ele também questionou se outros participantes faziam o mesmo com seus parceiros e explicou o que o atrai na prática, que é conhecida como axilismo.

Durante conversas no BBB 26, Juliano Floss revelou que gosta de cheirar a axila da namorada, um hábito que é conhecido como axilismo; entenda
Durante conversas no BBB 26, Juliano Floss revelou que gosta de cheirar a axila da namorada, um hábito que é conhecido como axilismo; entenda
Foto: Reprodução/Instagram/@julianofloss / Bons Fluidos

"Eu descobri que era uma coisa minha, uma coisa doentia. Agora, do nada, eu estou cheirando o suvaco dos outros?  Mas é muito gostoso. Eu tenho vergonha de falar. Mas o que me pega é o cheirinho bom", afirmou.

Conheça o axilismo citado por Juliano Floss

O gosto por cheirar axilas, segundo especialistas, pode ser caracterizado como um fetiche chamado axilismo. Esse desejo não se manifesta somente pelo olfato, como por meio de beijos, lambidas ou até mesmo pela admiração estética da região. Por isso, dependendo de cada pessoa, o comportamento pode ou não estar associado à relação sexual. Mas, afinal, o que provoca esse fenômeno? Existe alguma explicação biológica?

Em seu canal no YouTube, a sexóloga Samara Marchiori explica que o hábito está relacionado aos feromônios, substâncias químicas liberadas pelo corpo que, ao serem disseminadas, provocam reações em outros indivíduos da mesma espécie. Isso ocorre porque essas substâncias, após adentrarem as vias olfativas, chegam a áreas do cérebro responsáveis pela emoção e pela excitação.

"Tem muita ligação com o nosso instinto mais primitivo, o instinto selvagem. Os mamíferos têm essa relação com o odor. Isso está diretamente envolvido com a química do nosso corpo", afirmou.

De acordo com a especialista, apesar da vergonha relatada por Juliano Floss, o axilismo é mais comum do que se imagina, principalmente entre homens. Ela ressalta ainda que pessoas adeptas de práticas de dominação, como o BDSM, também costumam apresentar o fetiche. Há, inclusive, registros históricos relacionados ao comportamento.

"Muito da própria história da paquera e da conquista, antigamente, envolvia essa relação com a axila. Na verdade, com o odor produzido por ela. Eu me lembro de um relato histórico que dizia que, para atrair o sexo oposto, as pessoas passavam uma maçã no sovaco para que a fruta ficasse com o cheiro da região", contou.

Bons Fluidos
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