Moda do adesivo de umbigo falso? Entenda a polêmica
Trend do umbigo falso causa burburinho nas redes ao prometer visual diferente e gerar opiniões opostas
A moda do adesivo de umbigo falso começou a aparecer nas redes sociais brasileiras e rapidamente acendeu o debate entre internautas.
Originalmente vista em países asiáticos como China e Japão, essa moda curiosa consiste em usar adesivos ou tatuagens temporárias que simulam um umbigo em posição diferente no abdômen, criando a ilusão de pernas mais longas e uma silhueta alterada.
Nas plataformas como Instagram e TikTok, vídeos e postagens mostram pessoas testando a técnica e compartilhando seus resultados, o que gerou reações variadas.
Enquanto alguns internautas se divertem com o visual e consideram a ideia criativa, outros criticam a tendência por parecer exagerada ou por reforçar padrões de beleza irreais.
Você pode ver o vídeo completo aqui.
O que é a moda do adesivo de umbigo falso?
A proposta por trás do adesivo de umbigo falso é simples: ao colocar o novo umbigo alguns centímetros acima do real e cobrir o original com roupas, como saias ou calças de cintura alta, a proporção do corpo pode parecer alterada, com as pernas parecendo mais longas.
Esse tipo de ilusão óptica tem sido explorado em vídeos virais que mostram o "antes e depois" do uso.
No Brasil, a recepção da moda dividiu opiniões. Parte dos usuários acha divertida a experimentação e afirma que tendências excêntricas sempre aparecem com frequência online.
Críticas à moda do adesivo de umbigo falso
Já outra parcela critica a ideia, dizendo que ela pode acentuar inseguranças corporais ou incentivar métodos pouco naturais de alterar a aparência. Essa divisão nas redes reflete o jeito como novas modas globais são rapidamente absorvidas e questionadas pelos jovens.
Especialistas em cultura digital apontam que essa oscilação entre aceitação e crítica é típica de fenômenos virais: normas estéticas e "hacks" de beleza circulam rápido, mas também geram resistência enquanto influenciam comportamentos nas redes sociais.