Script = https://s1.trrsf.com/update-1781718913/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Jean-Jacques Rousseau, filósofo: "Não temos nada a mostrar além de uma aparência frívola e enganosa, razão sem sabedoria e prazer sem felicidade"

Reflexão ajuda a explicar por que a comparação constante pode prejudicar o nosso bem-estar

9 jun 2026 - 13h18
(atualizado em 10/6/2026 às 10h12)
Compartilhar
Exibir comentários
Reprodução/Prostock-studio/Shutterstock
Reprodução/Prostock-studio/Shutterstock
Foto: Minha Vida

Nunca nos comparamos tanto como agora. E nunca fizemos isso de forma tão pública. Parte — ou talvez toda — da culpa por essa comparação constante está nas redes sociais. Nelas, nos expomos e vendemos nossa privacidade em troca da dopamina que elas proporcionam, muitas vezes por um punhado de curtidas.

Quando essa exposição se torna contínua, é a nossa autoestima que acaba sendo afetada. E isso já havia sido apontado em 1755 pelo filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau.

Em seu livro Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, Rousseau defendia que "o homem social vive fora de si e só pode viver segundo a opinião alheia, de modo que parece perceber a própria existência apenas a partir do julgamento que os outros fazem dele".

O filósofo já afirmava, no século XVIII, que reduzimos tudo às aparências — algo que hoje parece mais presente do que nunca nas redes sociais — e que "não temos nada a mostrar além de uma aparência frívola e enganosa: honra sem virtude, razão sem sabedoria e prazer sem felicidade".

Quando o amor-próprio depende dos outros

Rousseau distinguia duas formas de amor por nós mesmos. De um lado, o que chamou de amour de soi, ou amor de si mesmo: um sentimento saudável que corresponde ao amor-próprio natural, anterior à vida em sociedade. Trata-se do bem-estar que não depende de comparações e de uma autoestima básica.

...

Veja mais

Veja também

O que significa quando uma pessoa não consegue dizer "eu te amo", segundo a psicologia?

Carl Gustav Jung, pai da psicologia analítica: "A vida começa aos 40. Até então, estamos apenas investigando"

Celia Betrián, psicóloga: "Sua saúde emocional tem muito a ver com os limites que você estabelece"

Para fortalecer a autoestima após os 50, é necessário incluir essas 5 práticas na rotina

Byung-Chul Han, filósofo: "O amor não nos torna cegos, mas visionários"

Minha Vida
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra