Globoplay estreia microdrama vertical 'Então é Amor?' com Carla Diaz e elenco de peso
Plataforma lançou microdrama que promete muita emoção
O Globoplay lançou 'Então é Amor?', um microdrama gravado na vertical com episódios de até dois minutos. A trama acompanha Rosa e Vicente em um romance intenso, cercado por conflitos familiares e personagens profundos. Destaque para Carla Diaz como vilã e o elenco renomado que promete prender a audiência. 🎥❤️
A nova aposta do Globoplay
Estreou na última terça-feira, 16, Então é Amor?, a nova aposta do Globoplay em formato de microdrama. A produção foi gravada inteiramente na vertical, sob medida para as redes sociais, com episódios dinâmicos de até dois minutos, formato que vem ganhando popularidade.
O drama que amamos
A trama traz um clássico dramático, onde Rosa (Arianne Botelho) e Vicente (Micael Borges) se apaixonam na infância, se separam e se reencontram anos depois, mas o romance terá que resistir a um perigoso jogo de poder da família Valmori. Segundo o diretor Marcelo Zambelli, o ritmo é o diferencial do formato moderno: "Não tem lugar para barriga ou para histórias paralelas, é uma trama só, com ganchos a cada um minuto e meio". Para o autor Gustavo Reiz, o formato não perde em profundidade: "Os personagens apresentam mais camadas, os conflitos familiares são mais aprofundados. O microdrama traz uma densidade dramática com mais elementos."
Os dois lados da moeda
Talvez o maior destaque seja Liz, a noiva obsessiva de Vicente, interpretada por Carla Diaz. A atriz comemorou sua estreia nesse "lado obscuro da força": "Estou encarando como a minha primeira vilãzona mesmo. Ela tem camadas, contradições, fala o que pensa sem pedir desculpas e tem um humor ácido delicioso. Inclusive, o público vai ver uma homenagem brilhante que o Gustavo Reiz escreveu para a Carminha, de Avenida Brasil (2012). O desafio é fazer o público odiar a personagem, mas amar vê-la em cena", comentou.
O time de vilões ainda tem o reforço de Frederico (Wagner Santisteban), um sócio que morre de inveja das conquistas alheias. "O Frederico age totalmente por conveniência, é aquele tipo de pessoa próxima que te manipula de forma dissimulada. Como ele quer ter a vida dos outros personagens, vai causar bastante", entrega o ator.
Na contramão da vilania, teremos Marta, a matriarca autoritária vivida por Cristiana Oliveira em seu retorno à dramaturgia. "Eu não vejo a Marta como uma vilã pura. Ela é uma mulher criada em uma realidade social muito rígida e conservadora. Quando o romance do filho surge, ela reage por acreditar que está protegendo o legado da família. Age pelo medo do julgamento dos outros", reflete. Completando o elenco principal, Deo Garcez dá vida ao rígido e protetor patriarca Marco Antônio.
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