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Felipe Isidro, professor titular de educação física em Barcelona: 'A longevidade não depende da quantidade de músculos que você tem, mas da capacidade de ativá-los rapidamente'

Grande parte dos efeitos negativos do envelhecimento está relacionada à falta de movimento ou à prática inadequada de exercícios

7 jul 2026 - 13h22
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Felipe Isidro, professor titular de educação física em Barcelona: 'A longevidade não depende da quantidade dem úsculos que você tem, mas da capacidade de ativá-los rapidamente'.
Felipe Isidro, professor titular de educação física em Barcelona: 'A longevidade não depende da quantidade dem úsculos que você tem, mas da capacidade de ativá-los rapidamente'.
Foto: Reprodução, Instagram @leomessi e @felipeisidro / Purepeople

Durante décadas, o envelhecimento foi visto como um declínio mais ou menos inevitável. Você perde músculos, reflexos, autonomia... Essa era a narrativa predominante. Mas, felizmente, isso vem mudando.

Hoje sabemos que é possível combater e retardar os efeitos da passagem dos anos ao manter uma vida ativa, uma alimentação saudável e uma boa condição física, com músculos fortes por meio de exercícios de força.

Na verdade, grande parte dos efeitos negativos do envelhecimento está relacionada ao fato de não nos movimentarmos o suficiente — ou de fazermos isso de maneira inadequada.

O envelhecimento não é apenas perder músculos

Felipe Isidro, especialista em exercício físico e saúde, com longa trajetória como catedrático de Educação Física na Generalitat de Catalunya, é um grande defensor de manter-se ativo. Em suas redes sociais, o especialista afirma que "o exercício é um contrato com o seu futuro". Para ele, o problema não está em envelhecer, mas em perder algo concreto e mensurável: "O problema não é a idade", mas sim "perder a capacidade de aplicar força rapidamente".

Segundo Isidro, o corpo humano foi projetado para se movimentar e, quando isso não acontece, começa a se deteriorar.

Não é o músculo, mas a velocidade com que você o ativa

Esse é o ponto central de tudo o que Isidro defende. Não basta ter massa muscular: o que importa é saber se o sistema nervoso consegue recrutar essa musculatura rapidamente quando necessário. E essa capacidade, com o passar do tempo e sem o estímulo ...

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