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Famosos remédios para dormir afetam a saúde a longo prazo; entenda

Entenda os riscos do uso indiscriminado de medicamentos para insônia, como o Zolpidem, além de estratégias para boas noites de sono

1 set 2025 - 16h25
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Nas últimas décadas, os remédios para dormir evoluíram significativamente, tornando-se mais seguros e com menos efeitos colaterais. Ainda assim, médicos reforçam a necessidade de cautela. A principal preocupação é o consumo indiscriminado, que pode levar à dependência química e reduzir a eficácia no tratamento da insônia. Entre os fármacos mais conhecidos atualmente estão Zolpidem, Zopiclona e Eszopiclona, popularmente chamados de "Drogas Z".

Uso de remédios para dormir cresce no Brasil; médicos alertam para risco de dependência e reforçam estratégias eficazes
Uso de remédios para dormir cresce no Brasil; médicos alertam para risco de dependência e reforçam estratégias eficazes
Foto: Reprodução: cottonbro studio/Pexels / Bons Fluidos

O que são as "Drogas Z"?

Em entrevista ao portal Notícias ao Minuto, Dr. Nilson Maeda, otorrinolaringologista e médico do sono, as Drogas Z têm um período de ação mais curto. Elas são consideradas mais seguras em comparação aos benzodiazepínicos, como o Clonazepam, Diazepam e Alprazolam. "Ainda assim, as Drogas Z também podem causar dependência e tolerância quando utilizadas por longos períodos e em doses abusivas", destaca.

Atualmente, o Zolpidem é o medicamento mais popular da categoria. Segundo dados da Anvisa, suas vendas cresceram 161% entre 2018 e 2022 no Brasil. Seu uso contínuo faz com que os efeitos diminuam, já que o cérebro se ajusta à presença do princípio ativo. Por isso, começa a exigir doses maiores, desencadeando dependência. 

Medicação não é a primeira opção

A possível dependência deixa claro que o uso de medicamentos para tratar a insônia não deve ser a primeira opção. Antes de tudo, é fundamental compreender a origem do distúrbio para que os cuidados sejam efetivos. Agora, para pacientes que já fazem uso contínuo dessas substâncias, o desafio é diminuir o consumo de forma segura.

Reduzir a medicação de forma gradual deve ser o foco do tratamento, mas sempre com o acompanhamento de um médico. Ao mesmo tempo, outras estratégias para combater a insônia devem ser utilizadas, como a higiene do sono e mudanças no estilo de vida. Dessa forma, será possível abandonar o uso dessas medicações e restabelecer uma conexão saudável com o sono.

O caminho para noites melhores

A insônia é um distúrbio complexo e exige abordagem individualizada. O uso de medicamentos pode ser útil em casos pontuais, mas especialistas reforçam que mudanças de hábitos, técnicas de relaxamento, acompanhamento psicológico e higiene do sono são pilares fundamentais para recuperar o equilíbrio e a qualidade do descanso.

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