Estudo descobre luz que se apaga depois da morte de humanos, animais e plantas
A Universidade de Calgary, no Canadá, descobriu em um estudo, que os seres vivos emitem uma luz que se apaga após a morte, inclusive em plantas
A Universidade de Calgary, no Canadá, descobriu, em um estudo, que os seres vivos emitem uma luz que se apaga após a morte, inclusive em plantas. Saiba mais:
Luz da vida após a morte
A luz da vida - como os pesquisadores chamaram a descoberta - ocorre tanto em seres humanos, plantas, como animais, após a morte. E, segundo a publicação do 'The Journal of Physical Chemistry Letters', eles conseguiram comprovar que se trata de uma iluminação emitida por fótons e gerada a partir de reações bioquímicas do organismo.
Esta Emissão de Fótons Ultrafraca (UPE) possui uma intensidade muito baixa e não é visível a olho nu. Ademais, também ocorre quando um ser vivo está sob estresse. Isso porque a produção de Espécies Reativas de Oxigênio (ROS) - que acontece no metabolismo celular naturalmente - em excesso tende a resultar no estresse oxidativo, induzindo, assim, os processos de excitação e transferência de elétrons, gerando a emissão de UPE.
Medicina indica: atividade no cérebro de morto pode ser a alma
Você já pode ter visto que a medicina está estudando as Experiências de Quase Morte (EQMs). Ademais, o ano de 2025 chegou abalando certas estruturas, pois, além de terem descoberto genes diferentes nos médiuns, um anestesiologista presenciou um episódio que o fez questionar seus conhecimentos. Entenda:
Stuart Hameroff estava realizando uma pesquisa com o objetivo de monitorar o cérebro de um paciente clinicamente morto. Para a análise, ele utilizou um eletroencefalograma (EEG), e o aparelho captou uma "estranha explosão de energia. Tudo havia ido embora e então houve essa atividade quando não havia pressão arterial, nem frequência cardíaca". Essas foram as palavras usadas em uma entrevista ao Project Unity.
Por um lado, há os especialistas que afirmam que o episódio trata-se de nada mais que o último suspiro. Por outro, Hameroff acredita que "pode ser a Experiência de Quase Morte ou a alma deixando o corpo". Ele relatou também que esta sincronia gama, às vezes, dura de 30 a 90 segundos antes de desaparecer, sinal de que o paciente já está clinicamente morto. e leia a matéria completa.