Em vez de as bolas de tênis serem descartadas, viram casinhas para roedores; entenda
Segundo a organização de Wimbledon - torneio que acontece em Londres - 55 mil delas, aproximadamente, são usadas todos os anos
Segundo a organização de Wimbledon - torneio que acontece em Londres - 55 mil bolas de tênis, aproximadamente, são usadas todos os anos. E, em vez de descartarem, as utilizam para proteger uma espécie de roedores local. Saiba mais:
Bolas de tênis são utilizadas para proteger roedores
Mais especificamente, profissionais de proteção ambiental, primeiramente, fizeram buracos de cinco a sete centímetros nas bolas de tênis para que, dessa forma, as fêmeas do micromys minutus e seus filhotes se protejam de predadores. Essas casinhas, então, ficam em áreas verdes, no solo, ou as posicionam em cercas vivas. Vale ressaltar que os também conhecidos como ratos-espigueiros diminuíram em 70% nas últimas décadas, o que criou um alerta para a preservação dos roedores.
Ave pré-histórica, antes extinta, volta à natureza e já tem filhotes
Apesar de diversos animais estarem entrando em extinção, alguns, às vezes, saem deste status. Este foi o caso do takahē, também conhecido como Tacaé-do-sul. A ave pré-histórica voltou à natureza em agosto de 2023, e hoje, já está com diversos filhotes. Leia abaixo para saber mais:
Tudo começou quando o Departamento de Conservação da Nova Zelândia (DOC) e a comunidade Ngāi Tahu decidiram trazer de volta uma ave que estava extinta e, na visão dos últimos 50 anos, seria impossível de existir novamente. Sendo assim, começaram libertando 18 takahēs em Greenstone, local que, antes, era seu habitat natural. Depois de um tempo, colocaram mais dez animais da mesma espécie e, hoje, a população passa de 500 indivíduos, já que procriou e gerou seus filhotes.
Hoje, o local na Nova Zelândia passa por monitoração para a continuidade de existência do takahē, mas há perigos. Como a ave é incapaz de voar, tem 50 cm de altura e pesa entre 2,3 e 3,8 quilos, acaba sendo um alvo muito fácil para os predadores. Especialmente, quando o foco é nos furões, ratos e gatos selvagens. e leia a matéria completa.