O iogurte grego deixou de ser apenas um alimento mediterrâneo e virou estrela do supermercado. O segredo está em uma palavra: proteína
O alimento se destaca por conter proteínas completas, probióticos e vitamina B12
No supermercado, a escolha entre iogurte natural ou com sabor já não é suficiente. Hoje, as embalagens destacam termos como "grego", "proteico" e "0% gordura", transformando a decisão em uma verdadeira "escolha personalizada".
O iogurte grego, em particular, se destaca como protagonista. Mas o que o torna especial? Ele é realmente melhor para a saúde ou apenas fruto de estratégias de marketing?
Mais do que um nome exótico, o iogurte grego não é uma invenção recente. Consumido há séculos na bacia do Mediterrâneo como alimento básico, é espesso, saciante e fácil de conservar graças à filtragem que retira parte do soro. Na Grécia, costuma ser servido com mel e nozes; na Turquia e no Oriente Médio, é utilizado em molhos e pratos salgados.
O salto à fama global do iogurte grego aconteceu há cerca de duas décadas, quando marcas internacionais começaram a comercializá-lo. O que o distingue não é a origem, mas o processo: o soro líquido é filtrado, resultando em textura mais espessa e cremosa e maior teor de proteínas em comparação com iogurtes convencionais.
Um verdadeiro impulso de proteínas. Esse parece ser o ponto central. Em reportagem do New York Times, Ethan Balk, professor de nutrição da Universidade de Nova York, define o iogurte grego como uma proteína completa, pois contém os nove aminoácidos essenciais que o corpo não produz por si só.
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