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Conheça destinos com nomes de comida e delicie-se

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O que o país africano Camarões, a cidade catarinense Palmitos e as capitais síria, Damasco, e peruana, Lima, têm em comum? Todos estes locais têm nomes de produtos comestíveis. Como Canela, na Serra Gaúcha, Carolina, no Maranhão, Jaboticaba, no Rio Grande do Sul, e Polvilho, Limão e Cambuci, em São Paulo. Não são os únicos casos: o mundo é cheio de exemplos, alguns curiosos, outros bastante engraçados.

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No Brasil, tem o queijo Minas, mas poucos sabem que um dos queijos mais populares do mundo, o Cheddar, empresta seu nome para uma cidadezinha do oeste da Inglaterra. O Parmesão, por sua vez, recebe seu nome da cidade de Parma, igual ao Gorgonzola, também na Itália, e o Roquefort, na França.

O fato de a França ter um número grande de comidas e bebidas nomeadas a partir dos seus locais de produção tem a ver com a Denominação de Origem Controlada (DOC). Trata-se de um certificado que leva em conta a localização geográfica da produção de certos produtos. É o que faz com que um vinho espumante somente possa ser chamado de Champagne se tiver sido produzido nessa região da França. O mesmo vale para os queijos, cremes e algumas manteigas do país. Quer mais exemplos franceses? Tem os queijos Coulommiers, na região de Seine et Marne, e o Maroilles, no norte, mas também há a mostarda de Dijon, o creme Chantilly e bebidas como o Cognac. Há até um povoado na Bretanha que se chama L'Apéritif: o aperitivo!

E não são apenas os produtos gastronômicos que valem a pena conhecer nestes locais. Muito deles são excelentes destinos turísticos. Chantilly fica ao norte de Paris e é um passeio bem agradável para quem visita a capital francesa. O famoso creme foi criado pelo chef François Vatel no belo Castelo de Chantilly, onde foi celebrado o casamento do jogador Ronaldo com a modelo Daniela Cicarelli. Além do castelo, Chantilly tem um museu equestre e um hipódromo que recebe exclusivas corridas como o Prix de Diane, no segundo domingo do mês de junho.

A cidade de Dijon, no leste da França, a uma hora e meia de trem de Paris, é famosa pela sua mostarda, reconhecida no mundo inteiro. Dijon tem uma excelente gastronomia e está cercada por vinhedos que produzem os também famosos vinhos de Borgonha.

Cognac, perto do litoral Atlântico, no centro do país, a 465 km de Paris, é onde nasceu o conhaque, destilado de uva. O turismo da cidade gira em torno desta bebida, com um roteiro de degustações e de visitas a castelos onde são vendidas algumas das melhores garrafas do produto, como o Courvoisier, "o conhaque de Napoleão". Cognac também se encontra no Caminho de Compostela.

Berço do queijo que acompanha alguns dos lanches mais populares, a cidade inglesa de Cheddar foi um importante centro no Império Romano e oferece aos turistas uma viagem no tempo: desde seu trem histórico, que data de finais do século 19, até vestígios paleolíticos, de mais de 12 mil anos de antiguidade. No local foi encontrado o mais antigo esqueleto humano do país: 9 mil anos. Há formações geológicas bem peculiares, como um rio subterrâneo.

Dois lanches prediletos dos brasileiros têm nome de cidades. Um deles, o beirute, recebe seu nome da capital do Líbano. Já o bauru, que foi criado em São Paulo, homenageia um estudante de Direito do início do século 20 que nasceu na cidade do interior de São Paulo . E a pizza napolitana homenageia Napoli; à milanesa faz referência à Milão, de onde é o prato original, por lá conhecido como "Cotoletta alla Milanesa".

Italianos acham muito engraçado existir um prato, de origem argentina, chamado Milanesa Napolitana - o que soa tão absurdo para eles como seria para nós uma Carioca Paulistana. E por falar em lanches, o hambúrguer ganhou sua denominação em homenagem aos imigrantes alemães que chegaram aos Estados Unidos pelo porto de Hamburgo. Eles tinham a carne como alimento diário. Os americanos apenas acrescentaram o pão à receita.

Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação Andrés Bruzzone Comunicação
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