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Cuidado, estes 5 gatilhos "invisíveis" podem ser os verdadeiros culpados pela sua enxaqueca

Descubra como pequenas mudanças na sua rotina podem interromper o ciclo de crises e devolver o seu bem-estar

14 abr 2026 - 13h38
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A sua dor de cabeça persistente pode ter origens muito mais sutis do que você imagina. Um dos vilões mais inesperados da enxaqueca é o simples ato de mascar chiclete. Segundo o que disse o neurologista Apolônio Peixoto de Queiroz, esse hábito gera uma sobrecarga contínua na musculatura da mandíbula e na articulação temporomandibular. Como essas áreas possuem conexões diretas com os centros de dor no cérebro, o movimento repetitivo acaba servindo de gatilho para a crise.

Esses são os 5 gatilhos comuns que causam sua enxaqueca, e vão desde o uso do celular até o hábito de mascar chiclete. Entenda como evitar
Esses são os 5 gatilhos comuns que causam sua enxaqueca, e vão desde o uso do celular até o hábito de mascar chiclete. Entenda como evitar
Foto: Canva Equipes/PixelsEffect de Getty Images Signature / Bons Fluidos

Os motivos sutis que podem causar a enxaqueca

Outro fator determinante são as variações bruscas no ambiente externo. Mudanças de clima, na temperatura ou até na pressão atmosférica impactam quem possui um sistema nervoso mais sensível. "Algumas pessoas têm o cérebro mais sensível a essas variações, e então ativam mecanismos de dor e desencadeiam a crise", explicou o especialista. Esse cérebro mais reativo também sofre com a falta de combustível adequado. Ficar longos períodos sem se alimentar é um terceiro motivo. Isso porque reduz a glicose disponível para os neurônios, o que em um organismo propenso à enxaqueca, é o caminho certo para o desconforto.

Comportamentos diários

A postura moderna também cobra o seu preço na forma de latejamento. Passar horas curvado sobre o celular ou o computador tensiona excessivamente os músculos da região cervical. Dessa forma, envia estímulos negativos aos núcleos cerebrais envolvidos no processo da dor. Por fim, o uso exagerado de medicamentos pode ser um tiro no pé. O consumo frequente de analgésicos distorce a bioquímica neuronal. Isso gera um efeito rebote perigoso, que acaba mantendo ou até piorando a frequência das crises em vez de trazer o alívio esperado.

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Um post compartilhado por APOLÔNIO PEIXOTO DE QUEIROZ (@dr.apolonioneuro)

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