Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Confúcio, filósofo chinês: "Quando vir um homem bom, tente imitá-lo. Quando vir um homem mau, reflita"

Reflexão mostra como observar as qualidades e os defeitos dos outros pode ajudar no autoconhecimento e no aprimoramento pessoal

25 ago 2026 - 11h22
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O filósofo Confúcio ensinava em "Analectas" que o convívio social deve ser um exercício de autoconhecimento e aprimoramento contínuo: ver virtudes nos outros deve inspirar a imitação, enquanto presenciar defeitos deve suscitar a autoavaliação crítica, e não o desprezo. Essa reflexão milenar sobre transformar a observação do próximo em autorreflexão antecipou conceitos da psicologia moderna, como a teoria da aprendizagem observacional formulada posteriormente por Albert Bandura.
Fotokon/Shutterstock
Fotokon/Shutterstock
Foto: Minha Vida

As 'Analectas', cujo título original em chinês é Lún Yǔ, que significa "discussões sobre as palavras", é o livro escrito pelos discípulos de Confúcio após sua morte. O pensador, que viveu até 479 a.C., não buscava em sua filosofia a salvação, mas o autoconhecimento. 

Esse propósito se reflete na paráfrase de uma frase que aparece no capítulo Li Ren de seu livro: "Quando virmos homens de valor, devemos pensar em nos igualar a eles; quando virmos homens de caráter contrário, devemos nos voltar para dentro e examinar a nós mesmos".

Confúcio não fala sobre se comparar com os outros, mas sobre transformar qualquer encontro em um exercício de aprimoramento pessoal. O que ele defende é que ver alguém virtuoso não deveria despertar inveja, mas o desejo de "imitar" essa conduta. 

Da mesma forma, ver alguém com defeitos não deveria despertar desprezo, mas nos levar a perguntar se nós mesmos fazemos o mesmo. Para Confúcio, o julgamento sempre acaba voltando para quem observa.

O interessante é que essa ideia antecipa mecanismos que a psicologia estudaria posteriormente, como a aprendizagem observacional do psicólogo Albert Bandura, que explica que adquirimos e reforçamos comportamentos ao observar um modelo competente executá-los, especialmente quando o admiramos, como um filho que aprende com o pai por admirá-lo.

...

Veja mais

Veja também

Confúcio, filósofo chinês: "Quando vir um homem bom, tente imitá-lo. Quando vir um homem mau, reflita"

Quem tem gatos é mais solitário? A psicologia explica o que esse vínculo pode revelar

O que significa rir em momentos inadequados, segundo a psicologia?

O que significa quando alguém fica mexendo no cabelo enquanto fala, segundo a psicologia

O que a psicologia revela sobre quem toma café sem açúcar e o que esse hábito pode significar

Minha Vida
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra